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Domingo, 08 de Abril de 2018

Com Lula fora da disputa (aparentemente), 14 partidos anunciam candidaturas

Por Fábio Lau

A saída temporária de Lula do cenário político eleitoral estimula o surgimento de candidaturas. Alguns nomes podem ser levados a sério. Outros.... São personagens que a cultura política não consegue dar legitimidade. Exemplos? Levy Fidelix, autor da frase mais grotesca das últimas eleições: 'órgão excretor não reproduz' - pela qual acabou pagando R$ 25 mil em multa. E José Maria Eymael - PSDC, por exemplo. Parece que saem de um buraco raso onde habitam fora do período eleitoral quando então se colocam na disputa. Mas há políticos tradicionais que querem ser levados à sério - Resta combinar com eleitores, naturalmente.


De acordo com a legislação, os partidos políticos devem promover convenções nacionais com seus filiados entre 20 de julho e 5 de agosto para que oficializem as candidaturas. A data final para registro das candidaturas pelos partidos políticos na Justiça Eleitoral é 15 de agosto.

Além dos 14 nomes, mais uma pré-candidatura deve ser oficializada nas próximas semanas, a do PSB, e outros dois grandes partidos, PT e MDB. O PT pode insistir com Lula como, em caso de inviabilidade eleitoral por conta da Ficha Limpa, poderá fazer uma aposta em Fernando Haddad ou Jacques Wagner. A decisão final deve ser tomada até o início de agosto, quando termina o prazo para cada partido definir as candidaturas nas convenções.


Álvaro Dias - Podemos



O senador conservador Álvaro Dias, 73 anos, quarto mandato, será o candidato do Podemos - legenda que tem, entre outros, Romário. Eleito senador em 2014, pelo PSDB, Álvaro Dias migrou para o PV e, em julho do ano passado, buscou o Podemos, antigo PTN.

"Nós temos que rediscutir a representação parlamentar. Não somos senadores demais, deputados e vereadores demais? Está na hora de reduzirmos o tamanho do Legislativo no país, tornando-o mais enxuto, econômico, ágil e competente", afirmou Dias, em entrevista concedida esta semana no Congresso Nacional.



Ciro Gomes - PDT



Pela terceira vez concorrendo ao posto mais alto do Executivo, o ex-governador do Ceará Ciro Gomes vai representar o PDT na disputa presidencial - é um cigano quando o assunto é mudança de legenda. Ao anunciar o seu nome como pré-candidato na última quinta-feira (8), o pedetista adotou um discurso contra as desigualdades e propondo um "projeto de desenvolvimento" para o país. Tenta ser herdeiro de Lula (preso no sábado), mas não respeita o oponente - como seria esperado.

"Não dá para falar sério em educação que emancipe, não dá para falar sério em segurança que proteja e restaure a paz da família brasileira sem ter compromisso sério para dizer de onde vem o dinheiro", disse, no ato de lançamento da pré-candidatura.

Ciro Ferreira Gomes tem 60 anos e é formado em Direito. Ele foi governador do Ceará por dois mandatos, ministro da Fazenda no governo de Itamar Franco e da Integração Nacional no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes, ocupou a prefeitura de Fortaleza e o cargo de deputado estadual. Em 1998 e 2002, ele foi candidato à Presidência, tendo ficado em terceiro e quarto colocado, respectivamente.



Fernando Collor - PTC



É a candidatura mais controversa. Parece que tenta resgatar 1989 quando foi eleito o primeiro presidente pós-ditadura. E sofreu impeachment. O senador e ex-presidente da República Fernando Collor vai concorrer pelo PTC. Ele foi presidente da República entre 1990 e 1992 e foi substituído pelo então vice-presidente Itamar Franco.

Em discurso em fevereiro na tribuna do Senado, Fernando Collor de Mello disse que sua pré-candidatura é a retomada de uma missão pelo país. E afirmou que pretende alavancar novamente o país, mediante um novo acordo com a sociedade. "Isso só será possível com planejamento e com sólido programa social que seja tecnicamente recomendável, politicamente viável e socialmente aceito", destacou. Falta combinar, certo?


Geraldo Alckmin - PSDB



Alckmin, 65 anos, é um político sem carisma e que certamente está menor do que esteve quando disputou a eleição com Lula em 2006. Seu nome surgiu recentemente em escândalos não apurados envolvendo seu governo e isso será usado na campanha. A questão da merenda escolar é um calcanhar de aquiles. Outro é Rodoanel, Trensalão e etc. Esta será a segunda vez que ele disputará a vaga. Em dezembro do ano passado, em uma movimentação para unir os demais quadros tucanos em torno de sua candidatura, Alckmin foi eleito presidente nacional do PSDB.

Na entrevista coletiva em que anunciou a pré-candidatura, Alckmin afirmou que irá destravar a economia e colocou como prioridades a desburocratização, uma reforma tributária, retomar a agenda da reforma da Previdência e reduzir os juros.


Guilherme Boulos - PSOL



Depois de uma consulta interna que contou com outros três nomes, o PSOL decidiu lançar a pré-candidatura de Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), após ele se filiar à sigla no início do mês de março. Repetindo a estratégia das últimas eleições de apresentar uma opção mais à esquerda que os demais partidos, o PSOL participará com candidato próprio à corrida presidencial, que em 2010 e 2014 teve os nomes de Plínio de Arruda Sampaio e Luciana Genro na disputa.

Segundo Boulos, é preciso levar a indignação dos cidadãos para dentro da política. Como bandeiras de campanha, ele elencou o combate aos privilégios do "andar de cima" da economia e a promoção de plebiscitos e referendos de consulta à população sobre temas fundamentais. "Nós queremos disputar o projeto de país. Não teremos uma candidatura apenas para demarcar espaço dentro da esquerda brasileira. Vamos apresentar uma alternativa real de projeto para o Brasil", afirmou.

Um dos líderes do movimento pelo direito à moradia no Brasil, Boulos ficou conhecido nacionalmente após as mobilizações contra a realização da Copa do Mundo no país, em 2014. Como liderança do MTST, ele organizou a ocupação de áreas urbanas, em especial no estado de São Paulo. Formado em Filosofia e Psicologia, Boulos tem 35 anos.


Jair Bolsonaro - PSL



Deputado federal na sétima legislatura, um político profissional, portanto, Bolsonaro se filiou ao PSL na última quarta-feira (7). Jair Bolsonaro defende a ampliação do acesso a armas (projeto que interessa a indústria bélica americana) e um Estado cristão (afinal, é evangélico recente), além de criticar modelos de família, segundo ele, "não tradicionais", como casamento homossexual.

Sua militância, radical de extrema direita, é responsável por muitos dos atos de intolerância política e religiosa que ocorre no país. "Nós temos propósitos, projeto e tudo para começar a mudar o Brasil. Nós somos de direita, respeitamos a família brasileira. Está na Constituição que o casamento é entre homem e mulher e ponto final. Esse pessoal é o atraso, uma comprovação de que eles não têm propostas e que a igualdade que eles pregam é na miséria", afirmou, durante o ato de filiação ao PSL.



João Amoêdo - Novo



Com 55 anos, João Amoêdo é o candidato pelo partido Novo, que ajudou a fundar. Formado em engenharia e administração de empresas, fez carreira como executivo do mercado financeiro.

Amoêdo foi um dos fundadores do Partido Novo, que teve seu registro homologado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2015. A disputa presidencial em 2018 será a primeira experiência política dele. Ou seja...




José Maria Eymael - PSDC



Já o PSDC confirmou no último dia 15 de março a pré-candidatura do seu presidente nacional, José Maria Eymael, que vai concorrer pela quinta vez. Conservador e ligado a extrema direita. É defensor da ocupação das terras indígenas.

Em 1986, foi eleito deputado federal por São Paulo. Em 1990, conquistou o segundo mandato na Câmara dos Deputados. Como parlamentar federal, Eymael defendeu a manutenção da palavra Deus no preâmbulo da atual Constituição Federal durante a Assembleia Constituinte, considerado um marco em sua trajetória política. É mole?



Levy Fidelix - PRTB



Outro candidato recorrente ao pleito é o jornalista e publicitário Levy Fidelix, representando o partido do qual é fundador: PRTB. Abordando temas em defesa da família e dos "bons costumes", ele buscará aproveitar o momento de insatisfação dos brasileiros com a corrupção para se dizer um candidato "ficha limpa".

Fidelix concorreu ao cargo nas eleições de 2014, 2010 e de 1994.

Antes de criar o PRTB, Fidelix participou da fundação do Partido Liberal (PL), em 1986, quando se lançou na carreira política e disputou uma vaga na Câmara dos Deputados pelo estado de São Paulo. Depois, migrou para o Partido Trabalhista Renovador (PTR), quando também concorreu a um mandato de deputado federal, no início dos anos 90. Apresentador de televisão, professor universitário e publicitário, Fidelix já concorreu três vezes à prefeitura da capital paulista e duas vezes ao governo do estado.



Manuela D'Ávila - PCdoB



A deputada estadual do Rio Grande do Sul, Manuela D'Ávila, será a candidata pelo PCdoB. A ex-deputada federal, por dois mandatos, teve a pré-candidatura lançada pelo partido comunista em novembro do ano passado. Esta é a primeira vez que o PCdoB lançará candidato próprio desde a redemocratização de 1988. Um dos motes da campanha será o combate à crise e à "ruptura democrática" que, segundo a legenda, o país vive.

"Trata-se de uma pré-candidatura que tem como algumas de suas linhas programáticas mais gerais a retomada do crescimento econômico e da industrialização; a defesa e ampliação dos direitos do povo, tão atacados pelo atual governo; a reforma do Estado, de forma a torná-lo mais democrático e capaz de induzir o desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho", escreveu a presidente nacional do partido, Luciana Santos, ao lançar a candidatura de Manuela D'Ávila.

Manuela D'Ávila tem 37 anos e é formada em jornalismo. Ela é filiada ao PCdoB desde 2001, quando ainda era do movimento estudantil. Em 2004, foi eleita a vereadora mais jovem de Porto Alegre. Dois anos depois, se candidatou ao cargo de deputada federal pelo Rio Grande do Sul e se tornou a mais votada do estado. Em 2008 e 2012, disputou a prefeitura da capital gaúcha, mas ficou em terceiro e segundo lugar, respectivamente. Desde 2015, ocupa uma vaga na Assembleia Legislativa do estado.



Marina Silva - Rede Sustentabilidade



A ex-senadora Marina Silva vai disputar a Presidência pela terceira vez consecutiva. Integrante da sigla Rede Sustentabilidade, ela já foi do PT, PV e tem como plataforma a defesa do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável. Sua postura, ambígua, onde ataca a esquerda e se aproxima dos conservadores, é um entrave para angariar simpatia nos setores progressistas.

Ela é crítica do mecanismo da reeleição, que, segundo ela, se tornou um "atraso" no país. "Sou pré-candidata à Presidência para unir os brasileiros a favor do Brasil. Os governantes precisam fazer o que é melhor para o país e não o que é melhor para se perpetuar no poder. Chega de pensar apenas em interesses pessoais e partidários", escreveu recentemente em seu perfil do Facebook.



Paulo Rabello de Castro - PSC



Até a semana passada no comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o economista Paulo Rabello de Castro deixou o cargo para confirmar a disposição de disputar à Presidência. Segundo o PSC, embora não tenha promovido um ato de lançamento, a legenda já trabalha com a pré-candidatura como oficial. Desde fevereiro, ele participa de eventos partidários pelo país junto ao presidente da sigla cristã, Pastor Everaldo, que concorreu à Presidência no pleito de 2014.



Rodrigo Maia - DEM



Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ) é o pré-candidato pelo DEM. Sua imagem está colada na de Michel Temer - o que é algo muito, mas muito ruim. Maia tem buscado ser uma alternativa de centro e, em suas próprias palavras, "sem radicalismos". Ele assumiu o comando da Câmara após a queda de Eduardo Cunha (MDB-RJ), preso pela Operação Lava Jato, e ganhou mais protagonismo político pelo cargo que ocupa, já que é o responsável por definir a pauta de projetos importantes, como a reforma da Previdência.

Segundo ele, a pauta da Câmara não será prejudicada devido à sua candidatura ao Planalto. "A gente tem responsabilidade com o Brasil, já deu demonstrações disso. O projeto político do DEM é legítimo e é feito em outro momento e local, não tem problema nenhum disso", afirmou.



Vera Lúcia - PSTU



O PSTU, que nas últimas vezes concorreu com o candidato José Maria de Almeida (Zé Maria), lançará uma chapa tendo a sindicalista Vera Lúcia como candidata à Presidência.

Vera Lúcia, 50 anos, foi militante no PT e integrante do grupo fundador do PSTU.

O vice na chapa é Hertz Dias, 47 anos, militante do movimento negro.



MDB



Com a promessa de, pela primeira vez depois de 24 anos, apresentar ao país um candidato à Presidência da República (que tirou o P da sigla para tentar resgatar um momento em que foi importante), o MDB ainda não definiu oficialmente como formará a chapa para a disputa. Nesta semana, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles se filiou à sigla. Mas tanto Meirelles quando o golpista Michel Temer patinam na casa dos 2% de popularidade.

No entanto, ao deixar o comando do Ministério da Fazenda na sexta-feira (6), Meirelles não informou a qual cargo pretende concorrer. Mas é cogitado como opção ao lado do presidente Michel Temer.

O presidente Michel Temer não descartou a possibilidade de concorrer à reeleição. É o tal efeito "Lula preso".


PSB



Após a morte do ex-ministro e então presidente nacional do partido, Eduardo Campos, em plena campanha eleitoral de 2014, o PSB passou por dificuldades de identificação e falta de lideranças nos últimos anos. Nessa sexta-feira (6), porém, a sigla recebeu a filiação do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, e tem nele a grande aposta de participar do pleito deste ano.

Como membro da Suprema Corte de 2003 a 2014, Joaquim Barbosa ganhou notoriedade ao se tornar uma espécie de Moro do Mensalão. Jamais investigou políticos do Mensalão Tucano. Durante o período em que foi relator do processo do mensalão condenou políticos e personagens ligados ao PT. Antes, foi membro do Ministério Público Federal, funcionário do Ministério da Saúde e do Itamaraty.



PT


Depois de ganhar as últimas quatro eleições, o PT anunciou a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A candidatura, porém, é incerta. Lula foi preso nesse sábado (7) para cumprimento da pena de 12 anos e 1 mês de prisão. A insistência em Lula pode ser uma maneira de preservar outros nomes da mídia - que quer defenestrar o partido do poder.

Nos últimos dias Lula defendeu a união da esquerda em torno de um único nome. Estariam nesta lista, portanto, candidatos do PT, PCdoB, PSOL e PDT. PSTU e PSB são legendas que em geral não fecham com o PT ou preferem se aproximar dos partidos conservadores - caso do PSB.

Com informações de Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil

 

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