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Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2021

"Blitz, o filme" e a história de uma banda que deu erradamente certo

Por Fábio Lau

Conheci a banda Blitz tocando na Rádio Fluminense FM. Era a rádio que ouvia e por isso acredito que tenha sido lá. Aliás, ouvia também a Rádio Nacional e a JB. Especialmente pela manhã. O aparelho de som do quarto tinha como despertador a rádio - e acordava às seis com Gal Costa cantando uma música que ficou marcada na voz de Agostinho dos Santos:

- É de manhã, vem o sol mas os pingos da chuva que ontem caiu.....

Ouvi e gostei da irreverência da banda que fazia teatro musicado no rádio - uma tripla reunião com cara de rock.

Não imaginava, ali, que a banda duraria tanto e que ontem, aproximadamente 40 anos depois, estaria diante da TV assistindo ao documentário dirigido e roteirizado por Paulo Fontenelle sobre o grupo liderado por Evandro Mesquita.

Blitz, o Filme é um excelente apanhado em pesquisa, depoimentos e música. A direção faz narrativa com teor jornalístico sem perder a mão do tema - a alegria de uma banda que trabalhava fazendo música e graça.

Histórias são desvendadas e especialmente o processo que levou a um desgaste irreversível que determinaria o fim da banda. Ciúme, disputa de ego e, claro, questões financeiras.

Evandro Mesquista, fundador ao lado de Ricardo Barreto, era o responsável pelo vocal e por isso deu identidade ao grupo. Era dele também boa parte das letras marcadas pela irreverência. Com isso, pela lógica do mercado, era quem abiscoitava mais dinheiro na partilha. E isso, não é raro ocorrer, leva a conflitos de interesses.

O filme de 104 minutos é uma produção pré-pandemia - 2019. E por isso achamos estranho (eu achei) a turma falando sem máscara. Muito interessante descobrir o quanto Lobão foi importante para a banda - desde ser o responsável pela bateria até a indicação de músicos que se perpetuariam no grupo que até hoje se reúne para apresentações - totalmente reformulado.

Vela muito assistir. Ele está no Canal Curta.

O título, "erradamente certo", é explicável: na época, ditadura militar, era inimaginável que uma banda de rock, irreverente, pudesse fazer um sucesso em todo o país sem que fosse sabotada pela censura. Ela teve músicas censuradas, mas nada que impedisse sua trajetória.

* Vale aguardar a subida dos créditos ao final do documentário para assistir a performance de Lúcio Mauro Filho na imitação de grandes nomes da MPB cantando sucessos da Blitz. Impagável.

Trailer:

 

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