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Terça-feira, 05 de Setembro de 2017

A maldição do cocar não pega Lula

Lula e o cocar: sorte ou azar?
Lula e o cocar: sorte ou azar?
Por Fábio Lau

Não é de hoje que no meio político e jornalístico de Brasília uma sombra assusta os mais místicos. Trata-se da maldição do cocar. Dizem os crédulos que o político que cede a tentação de colocar um cocar indígena na cabeça estabelece ali um compromisso com a morte. E não são poucos os casos em que a lenda deu pinta de que tinha lá um pé na verdade.


A história do cocar vem de longe: Juarez Távora, que disputou a Presidência em 1955, posou com um cocar ao visitar Goiás e perdeu a eleição para Juscelino Kubitschek. Mário Andreazza recebeu um cocar do cacique Crumari, perdeu a convenção do PDS. Em 1984, Tancredo Neves pousou de cocar. Ganhou a eleição, mas morreu sem assumir o mandato.

Ulysses Guimarães foi um dos políticos que deixou que lhe dessem o ornamento que simboliza os caciques. A queda do helicóptero aconteceria meses depois. Durante a campanha de Dilma usou e... gripou. Daí a atraibuir ao cocar sua queda só há uma maneira. Mudar o nome de Eduardo Cunha para cacique Cunhatá. Ou dar outro sentido para a expressão aldeia "global".

Lula usou no primeiro mandato e acabou descobrindo que era portador de um câncer - o que poderia ser uma notícia ruim, pode ser vista como boa. Afinal, o ex-presidente se tratou e ficou curado.

Lula, esta semana, em viagem na sua nova versão da Caravana pelo nordeste, usou cocar - conforme revela a fotografia de Bruno Santos. A Folha de São Paulo apressou-se em publicar a imagem ao lado da informação: Lula tem 48% da preferência do eleitorado nordestino (toc, toc, toc!). O ex-presidente está sob risco iminente de ser tornado inelegível. Se ocorrer poderão até atribuir ao cocar. Mas Moro, pelo que se sabe, não é dado ao cachimbo da paz. Por outro lado, após superar tantas adversidades, ele já está mais do que vacinado - inclusive para as coisas do além.

A verdade é uma só: use ou não o cocar, seja ou não político, todos morreremos um dia.

Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay

 

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