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Sexta-feira, 05 de Janeiro de 2018

A fotografia que choca as redes sociais e o Brasil de Debret

Aproximados pelo tempo
Aproximados pelo tempo
Por Fábio Lau

O jornalista Ivson Alves acertou na mosca. Remeteu a Jean-Baptiste Debret, o artista francês vindo da Europa para retratar para a Coroa o que ocorria na Colônia brasileira. O pintor viveu 15 anos em terras brasileiras onde produziu os mais importantes trabalhos antropológicos da carreira. Encantava-se com as figuras nativas, mas principalmente com o bizarro do relacionamento entre homens livres e escravos. Debret morreu em 1848. Quarenta anos antes da tardia abolição da escravatura (1988). Morreu quase um século e meio antes de Luiz Morier registrar, em máquina fotográfica, algo que lhe foi muito comum: negros detidos com uma corda asfixiante no pescoço. Mas sob o olhar do fotógrafo, os negros eram homens supostamente livres. O francês não viu também neste início de 2018 um agente do estado prendendo a jugular de um jovem desarmado na caçamba de um carro da polícia: ambos negros.



Entre as imagens, além do hiato do tempo, a distância da civilização. A fotografia em preto e branco foi uma obra do fotojornalista premiada com o Esso no que sugeria ser o inusitado. Registrada em 1983, em uma favela carioca, parecia ter o poder de encerrar o ciclo de humilhação imposta a negros historicamente desprovidos de Justiça e da proteção do estado.

Nada. Ilusão.

A escravidão e a arte de Debret
A escravidão e a arte de Debret  
Esta semana a imagem de um policial, também negro, recorrendo ao que se chama "chave de perna" para deter um jovem, revela que no espaço de tempo entre Debret e 2018 muitos crimes desta natureza tem ocorrido no país. O que faz do artista francês e sua denúncia em forma de arte mais atual que nunca.

No caso em foto colorida falta identificar agressor e vítima. A imagem teria sido feita com um celular de um amigo do policial. O registro do que para o PM lhe parecia um momento heroico.




Mas os "abolicionistas" de hoje precisam ficar atentos. O Brasil, que há algum tempo dá sinais de remar em direção ao passado. Mas nessa viagem pode estar indo longe demais.

NdaR - As duas imagens fotográficas ocorreram em período de exceção.

 

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