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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2017

Em Nova Friburgo, 26 mil pessoas continuam vivendo em área de risco

Da Redação

Um Rio que não aprende com suas tragédias
Um Rio que não aprende com suas tragédias

Da série: Deus me proteja!

A ineficiência do poder público é algo que grita. Tragédias que comovem e envergonham se repetem, ano a ano, em todos os cantos do país, por conta desta letargia. Os homens públicos preferem esperar acontecer do que prevenir as desgraças que, em geral, só acontecem com os mais pobres. As enchentes, deslizamentos de terra e desmoronamentos são exemplos desta desgraça reincidente. Para tentar antecipar alguma ação neste verão, o MP decidiu agir e escolheu como foco a cidade serrana de Nova Friburgo. Lá, nada menos do que 26 mil pessoas seguem morando em áreas de risco. Destas, 21 mil em áreas de deslizamento e 4 mil de enchentes, segundo levantamento obtido pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) com a Defesa Civil municipal.



O drama em Friburgo se torna mais vergonhoso porque há seis anos, exatamente no verão, um deslizamento provocou a morte de centenas de pessoas. Mas a ação da chuva não se restringiu apenas ali. Outros municípios afetados foram Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro, São José do Vale do Rio Preto, Bom Jardim na Região Serrana e Areal na Região Centro-Sul do estado. Na época foram contabilizados 916 mortes e em torno de 345 desaparecidos - mortos, portanto.

Para piorar, o índice de rematrícula nas escolas públicas foi infinitamente inferior ao dos outros anos, dando a indicação de que muitas das crianças morreram e não foram nem sequer dadas como desaparecidas - efeito de mortes de famílias inteiras, além de vizinhos.

Debate

Neste sábado (28/1), o Projeto Morte Zero, do Instituto de Educação e Pesquisa do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (IEP-MPRJ), realiza um debate público em Nova Friburgo, em parceria com a Defesa Civil local, sobre as ações permanentes de prevenção contra enchentes e deslizamentos.

O diálogo será conduzido pela procuradora de Justiça, Denise Tarin, coordenadora do Projeto Morte Zero. A campanha é uma iniciativa do IEP/MPRJ para mobilizar a sociedade e os órgãos públicos na adoção de ações que evitem a repetição de tragédias provocadas pelo período de chuvas.

Também participam dos debates a professora Norma Valencio, do Núcleo dos Desastres da Universidade de São Carlos (SP); o coronel João Paulo Mori, secretário da Defesa Civil de Nova Friburgo; e o coronel Marcelo Hess, superintendente Operacional da Defesa Civil do Estado do Rio.

O evento será transmitido ao vivo para o telão instalado na Praça Demerval Barbosa Moreira, no Centro de Friburgo. No local, a Defesa Civil vai cadastrar pessoas que vivem em áreas de risco na cidade. O objetivo é melhor conhecer melhor os moradores de cada localidade e, desta forma, melhor planejar as necessidades

Nova Friburgo é um dos 17 municípios considerados mais vulneráveis nesse período de chuvas no Estado do Rio. O município tem um sistema de alerta de 30 sirenes que está em funcionamento, mas existe baixa participação da população nas reuniões e simulações realizadas pela Defesa Civil municipal.

SERVIÇO:

Diálogo público sobre as ações permanentes de prevenção em Nova Friburgo

Data: 28/1/2017 (sábado)

Horário: das 9h30m às 13h30m

Local: Câmara dos Vereadores - R. Farinha Filho, 50 - Braunes, Nova Friburgo - RJ, 28610-280




NdaR - O ex-prefeito de Nova Friburgo, Paulo Azevedo, de 72 anos, foi soterrado junto com o filho Matheus, de 21 anos, durante o deslizamento de terra em 2011. Problemas nas encostas nunca foram uma prioridade na sua gestão.

 

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