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Sábado, 10 de Novembro de 2018

Crítica & Literatura: Tempo de nutrir o corpo e a consciência

Por Olga de Mello*

Depois de dois meses de tanta paixão país afora, o tempo é de se enroscar na rede e relaxar. O próximo ano promete surpresas. E nada de novo deverá haver sob o sol fora o desejo de continuar sonhando em concretizar felicidade. Então, cimentemos nosso caminho com alegrias na leitura do que ainda se publica por aqui.

E já que o ano novo trará mudanças prováveis, bom seria encarar um novo estilo de vida, como propõe Marise Berg em "O céu da boca - Guia de nutrição para o corpo e a consciência" (Europa, R$ 99,90). Além de atiçar o paladar do mais renitente carnívoro com fotografias maravilhosas de pratos veganos, Marise parte de sua experiência iniciada aos 30 anos, quando, executiva de uma grande empresa de entretenimento, mudou-se do Rio para São Paulo. Diante do estresse da nova função buscou um caminho distante de comida industrializada, refrigerante e micro-ondas.





Tornou-se vegetariana, adotou a prática budista, fez meditação e ioga. Depois, aprendeu a cozinhar, especializando-se em nutrição com base na ayuverda (medicina indiana). Daí nasceu o livro que traz, além de 108 receitas veganas, noções sobre nutrição e recomendações para uma alimentação menos artificial, visando ao bem-estar e à longevidade.



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Para fortalecer o espírito sob estado de sítio, um grupo de amigos esquece a dureza da vida em guerra ao criar um clube de livros na Ilha de Guernsey, no Canal da Mancha, um dos poucos territórios britânicos onde houve domínio nazista durante a Segunda Guerra Mundial. "A sociedade literária e a torta de casca de batata" (Rocco, R$ 38,90) de Mary Ann Shaffer e Annie Barrows, recorda o traumático período para a população local que só terminou com a rendição alemã, em maio de 1945. Um fictício envolvimento romântico entre um oficial e uma moradora é o eixo condutor dessa deliciosa narrativa, que gerou uma adaptação cinematográfica igualmente saborosa, produzida pela Netflix.





Sorrisos surgem a cada página de "Bagageiro" (José Olympio, R$ 34,90), de Marcelino Freire, que junta alguns de seus "ensaios de ficção" - contos, observações sobre erotismo, criação e literatura, sem classificação definida, mas que, lado a lado, formam uma narrativa coesa. O título vem do que se joga em cima do bagageiro de uma bicicleta - mercadoria, botijão de gás, criança. E ali está o principal produto do escritor, pensar a literatura, propondo brincadeiras que agradarão a amantes de livros.




A dureza da vida, que surge, repentinamente, dolorosa como a realidade brotando de um noticiário policial, pontuando a ironia, o pensamento sarcástico com a crueldade da existência brasileira. Apresentado sem pretensão de obra literária "séria", "Bagageiro" tira o fôlego do leitor e, convocando para a reflexão sobre o texto e o que se estabelece fora do livro.

Sem o menor compromisso com a seriedade, "79 filmes para assistir enquanto dirige" (Galera Record, R$ 37,90) foi criado pela equipe do Choque de Cultura para provocar gargalhadas. A análise dos filmes é a mais pueril possível, dentro do espírito caustico característico do "programa sobre cultura que reúne os maiores nomes do transporte alternativo".




Os personagens Maurílio, Julinho, Rogerinho do Ingá e Renan, motoristas de vans, assistem até a cinema "antigo, da época que não tinha efeito especial e os atores precisavam interpretar de verdade". A seleção cinematográfica não se restringe ao gênero de ação e aventura, mas aborda principalmente os que agradam ao público masculino - filmes com pancadaria, colisões e muitos carros, como a série Velozes e furiosos, e a programação básica do que é veiculado pela TV aberta. Quase um estudo antropológico da cultura machista brasileira. Divertidíssimo.





* Olga de Mello é jornalista, cronista, crítica de literatura e escreve aos sábados em Conexão Jornalismo.

 

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