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Sábado, 17 de Novembro de 2018

Crítica & Literatura: Páginas para as telas

Páginas para as telas



Por Olga de Mello*

A maioria dos leitores conhece antes dos espectadores os livros que são adaptados para o cinema. Dificilmente, versão e original se equivalem. Algumas exceções talvez sejam "Tess D'Ubervilles" e "Longe deste insensato mundo", ambos de Thomas Hardy, e "O colecionador", de John Fowles, primorosamente adaptados, respectivamente, por Roman Polanski (em 1979), John Schlesinger (em 1967) e William Wyler (em 1965).



Há livros que já parecem ter sido escritos para o cinema, como "Sobre meninos e lobos" (Companhia das Letras, R$ 59,90), de Dennis Lehane, levado às telas por Clint Eastwood, que obedeceu fielmente ao original. Uma das raras adaptações que traz um novo olhar para a narrativa foi a de "As viúvas das quintas-feiras"(Alfaguara, R$ 49,90), de Claudia Piñeiro. O filme de Marcelo Piñeyro surpreende pela forma de tratar a história, com uma visão mais masculina sobre o grupo de amigos de classe média alta que enfrenta dificuldades financeiras graves e seus encontros semanais.



Estrelada por Steve McQueen e Dustin Hoffman, a primeira versão cinematográfica de "Papillon" (Bertrand, R$ 59,90) ajudou a catapultar as vendas do bestseller. Lançado em 1969 por Henri Charrière, um escroque francês que, nos anos 1930, fugiu do presídio da Ilha do Diabo, na Guiana Francesa, havia vendido razoáveis 300 mil exemplares até o autor afirmar que a aventura - treze anos de prisão, oito tentativas de fuga, 46 meses numa jaula de tigre e tempo entre indígenas , além da travessia por mares infestados de tubarões em jangada feita de cocos - era autobiográfica. "Papillon" arrancou elogios sinceros dos consagrados Jorge Luis Borges e François Mauriac, enquanto vendia em torno de 10 milhões de cópias no mundo inteiro. Depois da morte de Charrière, surgiram os desmentidos sobre a autoria do texto, que teria se baseado em "Ilha do Diabo", assinado por seu companheiro de fuga, René Schehr, ganhador do Pulitzer, em 1938. Polêmicas à parte, "Papillon" volta às livrarias com a capa estampando o cartaz do novo filme, protagonizado por Charlie Humman e Remi Malek.






O cartaz do filme também está na capa da mais recente edição de "Um pequeno favor" (Bertrand Brasil, R$ 39,90), romance de Darcey Bell, recheado de referências a clássicos do cinema noir e do suspense, como "As Diabólicas", "Pacto Sinistro" e às novelas de Patrícia Highsmith. Moradoras de um subúrbio elegante, Emily, uma charmosa executiva, pede à blogueira Stephanie que fique com seu filho depois da aula. O menino é amigo do filho de Stephanie, uma jovem viúva. Dias mais tarde, o corpo de Emily é encontrado, embora os dois meninos contem que frequentemente veem a desaparecida. O thriller repleto de viradas na trama é vivido no cinema por Blake Lively e Anna Kendrick.





Com produção da Netflix, "A catedral do Mar" (Intrínseca, R$ 59,90), romance histórico de Ildefonso Falcones, também ganhou nova edição brasileira. Publicado em 2006, vendeu mais de 9 milhões de exemplares e diversos prêmios na Espanha. A construção da Catedral de Santa Maria do Mar, em Barcelona, no século XIV, é o pano de fundo para a saga de Arnau Estanyol, que tem uma infância paupérrima, mas se torna um dos homens mais poderosos da cidade, fazendo negócios com os judeus e mouros, enfrentando o julgamento da Inquisição. Uma riquíssima reconstituição da Idade Média e do pensamento do homem da época, quando a fé dominava o cotidiano dos cristãos.






* Olga de Mello é jornalista, cronista, crítica literária e escreve aos sábados em Conexão Jornalismo.

 

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