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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2016

Chuva provocou morte na Baixada Fluminense

Da Redação

As prometidas chuvas intensas sobre o Rio de Janeiro deixou sua marca ao cair com força na Baixada Fluminense e região serrana, no Rio. Pelo menos uma pessoa morreu na Baixada e seis casas desabaram em Teresópolis. Na capital, uma mulher morreu soterrada após sua casa ceder ante a força da chuva. A previsão é de que as chuvas continuem em toda a região. Leia mais.


Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil

A chuva que atingiu o Rio de Janeiro, municípios da Baixada Fluminense e região serrana provocou a morte de uma pessoa e deixou dezenas de moradores desalojados. Durante a madrugada, no Morro dos Cabritos, a aposentada Luizete Paes dos Santos, 69 anos, morreu soterrada, depois que o casebre em que morava sozinha desceu o barranco.

Em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, os rios Saracuruna, Capivari e Meriti transbordaram nas últimas horas. No momento, os rios baixaram de nível, mas ainda há vários bairros alagados nos distritos de Imbariê e Xerém.

De acordo com o secretário municipal de Defesa Civil de Duque de Caxias, Marcello Silva Costa, há 18 famílias desalojadas em consequência da chuva, totalizando 58 pessoas. Elas não aceitaram os abrigos da prefeitura, e estão em casas de parentes e amigos.

O secretário disse que em Caxias tem 18 sirenes de alerta à população, mas o sistema não está funcionando. A manutenção cabe à Defesa Civil estadual, mas os equipamentos instalados em áreas de risco estão desligados por falta de pagamento à empresa que faz a manutenção dos equipamentos. O coronel Silva Costa disse que Caxias tem uma rede de voluntários que funciona em sintonia com a defesa civil. São mais de 6 mil pessoas treinadas das associações de moradores e líderes das comunidades que recebem alertas por SMS e e-mail.

Petrópolis

A Secretaria de Defesa Civil e Segurança Pública de Petrópolis, na região serrana, informa que as chuvas fortes das últimas 24 horas registraram 67 ocorrências pelo telefone 199, em Petrópolis. Os deslizamentos atingiram residências, fundos de terrenos e vias públicas no 1º distrito do município. Não houve vítimas. Há pelo menos três famílias desalojadas, que foram para a casa de amigos ou parentes. Não há desabrigados. O maior índice pluviométrico foi registrado no bairro Independência, onde choveu 206 milímetros nas últimas horas. A Defesa Civil opera no estágio de alerta.

No bairro Siméria, uma casa foi destruída por um deslizamento. No bairro São Sebastião um deslizamento atingiu uma casa, e na Mosela, atingiu outra residência. As famílias deixaram os imóveis com segurança e informaram à Defesa Civil que iriam para casa de amigos, vizinhos ou parentes.

Técnicos da Defesa Civil continuam atendendo aos chamados, acompanhados por técnicos da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que estão em Petrópolis participando de um treinamento.

Alerta encaminhado pelo Cemaden à Secretaria de Defesa Civil de Petrópolis, permanece a previsão de chuvas fortes ao longo do dia, com risco de deslizamentos. A Defesa Civil está recomendando aos moradores de áreas de risco que não fiquem em casa. Estas pessoas devem procurar um local seguro, como casas de amigos ou parentes.

De acordo com o secretário de Defesa Civil e Segurança Pública de Teresópolis, Rafael Simão, a previsão de chuva forte continua, por isto, é fundamental que os moradores de áreas de risco se previnam. "

Até porque o solo está encharcado, com risco de deslizamentos nas próximas horas. Quem mora em área de risco deve agir para garantir a segurança de sua família. Estas pessoas devem sair imediatamente de casa e procurar um local seguro", alertou.

No caso de qualquer sinal de instabilidade na casa ou no terreno, o morador deve ligar para o telefone 199 e pedir uma vistoria preventiva da Defesa Civil. A ligação e o serviço são gratuitos.

Teresópolis em atenção

A Defesa Civil de Teresópolis permanece em estágio de atenção devido a chuva na região. De acordo com informação da Associação de Moradores do Vale da Revolta, existem 22 pessoas desalojadas e 6 desabrigadas no bairro. As vítimas foram acolhidas no ponto de apoio da comunidade.

Desde ontem (14), equipes dos Centros de Referência de Assistência Social do Meudon e do Barroso monitoram os bairros Vale da Revolta e Ilha do Caxangá, que são áreas de risco para deslizamento de terra e de alagamento, respectivamente.

Nas últimas 24 horas foram registrados deslizamentos de terra nos bairros Vale da Revolta, Meudon, Bom Retiro e Caleme, sem vítimas; queda de muro no bairro de São Pedro e quedas de árvore em diversos bairros. A Defesa Civil está monitorando as condições do tempo e emitindo avisos meteorológicos para a população por meio da imprensa, redes sociais e mensagens por telefone celular.

Teresópolis tem 24 sirenes do Sistema de Alerta e Alarme, instaladas em 13 pontos da cidade, que estão em funcionamento. Caso a chuva atinja níveis críticos, os equipamentos serão acionados para orientar os moradores sobre a necessidade de deixar suas casas e procurar proteção.

Edição: Valéria Aguiar

 

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