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Terça-feira, 04 de Julho de 2017

Presa jornalista e advogada acusada de trabalhar para o PCC

Um caso que ofende as profissões de jornalista e advogado. Luciana Don, pseudônimo (ou nome artístico) de Luana de Almeida Domingos, 32 anos, foi presa pela polícia de São Paulo acusada de atuar como "pombo correio" de integrantes a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) numa ação conjunta entre a Polícia Civil de São Paulo e a do Rio de Janeiro.

Luana Don, como a repórter de TV é conhecida profissionalmente, era procurada por suspeita de transmitir ordens do PCC para presos e membros que estavam nas ruas. A facção criminosa é conhecida por atuar fora e dentro dos presídios paulistas e atualmente estaria agindo no Rio onde atua como principal fornecedora do cracki.

Luana Don possuía mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça por indícios de participação nos crimes de corrupção ativa e por integrar organização criminosa. Luana era procurada desde novembro de 2016, quando foi deflagrada a Operação Ethos, coordenada pelo Ministério Público (MP) de São Paulo.

A ação visava prender e combater advogados que comandavam esquema de pagamento de propina a agentes públicos e membros de direitos humanos para favorecer o PCC.
Luana, ex-apresentadora da RedeTV, estava sem trabalhar desde a operação policial. Ela foi presa nesta manhã em Ilhabela.

Segundo as investigações, a mulher atuava como "pombo-correio" da "sintonia dos gravatas", célula formada por advogados pagos pelo PCC para repassarem os planos criminosos da facção, "levando as ordens do comando para serem executadas fora das cadeias". A facção consegue dinheiro com o tráfico de drogas e assaltos.

Ela também teria passado informações para integrantes do PCC que atuam no Rio de Janeiro. Por esse motivo, a prisão dela foi feita em parceria com a Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) do Rio.

Quem acompanhou a prisão foi o Departamento de Capturas e Delegacias Especializadas (Decade) da polícia paulista. É para a sede do departamento, anexa ao prédio da Polícia Civil, que Luana foi levada.

 

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