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Quarta-feira, 15 de Janeiro de 2020

Por que a mandioca virou a vilã dos endocrinologistas? Isso faz sentido?

Eliza Maliszewski: mandioca recupera o solo e produz o ano inteiro
Eliza Maliszewski: mandioca recupera o solo e produz o ano inteiro

Conhecida como aipim, mandioca, macaxeira e outros nomes menos comuns, ela já estava aqui há milênios quando portugueses aqui chegaram. Cinco séculos depois, a mandioca, ou o aipim para os íntimos, é anunciada como o alimento do século XXI - tal a sua capacidade de alimentação, teor proteico e o fato de alimentar mais de 700 milhões de pessoas em todo o mundo. Então, a pergunta que se faz é: por que nutricionistas e endocrinologistas, aqueles médicos e profissionais que tentam emagrecer a gente, vilanizam tanto a mandioca? Fará sentido? A farofa é mesmo a causa maior das nossas desgraças alimentares? A reportagem de Eliza Maliszewski, do site Agrolink mostra o quanto temos sido injustos com um alimento nutritivo e que carrega consigo um tanto do que há de original neste país.


Por Eliza Maliszewski - Edição de Arte - Marcel Oliveira

Qual brasileiro não conhece a mandioca? Pode ser macaxeira, aipim, maniva, castelinha, uaipi. Frita, em bolinho, purê, cozida, em caldo, no bar, em casa, na gastronomia ou alimentação animal. O alimento é tipicamente brasileiro e a história é antiga. Quando os portugueses chegaram os índios que habitavam por aqui já conheciam a mandioca há muito tempo.

Entre os séculos XVI e XIX a alimentação do brasileiro, de um modo geral, e, sobretudo nas áreas em que mais se fez sentir a influência indígena, sustentava-se basicamente na cultura e no consumo da mandioca e da cana-de-açúcar. A raiz é originária do Nordeste mas hoje tem cultivo de Norte a Sul, seja para alimentação nas variedades de mesa ou para produção de farinha e fécula, na indústria. Alguns elementos decisivos para a aceitação da mandioca pelos europeus que vieram habitar o Brasil foram: a facilidade de cultivo, rusticidade, capacidade de regeneração e de adaptação ecológica a ela inerente.

Cultivo e manejo simples

A mandioca tem alta adaptabilidade a tipos de solo e escassez de água mas alguns fatores devem ser observados para iniciar um cultivo e ter sucesso na produção. O Engenheiro Agrônomo da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Helton Heck, dá algumas dicas para quem quer começar na atividade para fins comerciais/industriais:

- O produtor deve avaliar a área que tem disponível quanto a capacidade operacional, capacidade de plantar e de colher;
- Verificar se há mão-de-obra disponível para a colheita já que é feita de forma semi-mecanizada. Depois que a máquina afrouxa as raízes a coleta é manual;
- Se há condições de escoar a produção no que tange à transporte e estrutura de estradas, proximidade de pontos de recebimento;
- Escolher a variedade adequada para o perfil da região em que está. Nos últimos anos instituições de pesquisa investem no melhoramento genético de variedades de forma a obter o melhor do potencial em um ciclo.
- Conhecer a fertilidade e perfil do solo e fazer os devidos ajustes nutricionais para não exceder a dose de calcário e fonte de fósforo, exigências da cultura para obter produtividade.

Heck explica que a grande variedade de cultivares se adapta, especialmente, a solos leves mas também é possível cultivar em mistos, argilosos e arenosos. A mandioca é bem resistente a escassez de água e não tem suscetibilidade grande à pragas. Hoje, a principal praga é a Mandorová, a mariposa causa desfolha atrapalhando o potencial produtivo.

Neste mesmo sentido entram as formigas cortadeiras. Em regiões que são grandes produtoras de grãos, como o Centro-Sul, a raiz também vem sofrendo com a mosca-branca, resultado de manejo desequilibrado e por grandes extensões com culturas concentradas, disputando espaço com culturas que têm alta incidência da praga, como a soja. "Trabalhamos na pesquisa desenvolvendo novas variedades que atendam a necessidade de diversas áreas. Na soja, por exemplo, há muitas opções para o produtor. Na mandioca talvez em uns 15 anos consigamos alcançar a demanda", diz.

Outra característica importante da mandioca é o potencial de recuperação do solo e auxílio no controle de doenças de outras culturas, como os nematoides na soja. As raízes interagem de forma diferente com o solo e a cultura já faz uso do plantio direto para garantir a cobertura no começo do plantio. Como a mandioca leva pelo menos 8 meses para ser colhida, o ciclo mais longo que grãos e pastagem permite que o solo "descanse" e recupere algumas características e "matando" os vermes que causam doenças radiculares.

Para ler a reportagem completa clique aqui


 

Veja também:

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