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Quinta-feira, 17 de Maio de 2018

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Terça-feira, 08 de Maio de 2018

Francisco Cuoco protesta contra aumento do Plano de Saúde: R$ 5 mil

Queixa sobre os planos de saúde
Queixa sobre os planos de saúde
Ele foi um dos galãs da Telenovela brasileira nos anos 70. Seu personagem Carlão, em Pecado Capital, em 1975, quando morreu abraçado a uma pasta 007 cheia de dinheiro ilegal, uma cena perfeitamente adaptável aos dias de hoje, ainda habita a memória de muita gente. Mas entre aquele personagem, que vivia o auge da carreira, e o ator do mundo real, hoje com 84 anos, lá vai muito tempo - e recurso financeiro também.

Ao comentar em entrevista sobre o preço praticado por algumas companhias, o ator demonstrou irritação e chamou de absurdo os valores cobrados aos idosos. "Ter plano de saúde é privilégio. Tem gente que paga R$ 4 mil, R$ 5 mil, é um absurdo, uma loucura. Estamos ferrados com a política que a gente tem", disparou em entrevista ao Notícias da TV.
Galã das novelas nos anos 70
Galã das novelas nos anos 70  


O fato é que no governo do PT havia uma proibição de que os preços dos planos cobrados a aposentados fossem majorados acima da inflação. O governo golpista quebrou a regra e prepara reajustes em valores exorbitantes (leia aqui).
O momento em que é morto carregando mala com dinheiro -Pecado Capital
O momento em que é morto carregando mala com dinheiro -Pecado Capital  


Na mesa entrevista, Cuoco também contou que nunca foi de juntar dinheiro e que gastou a maior parte do que ganhou: "O que ganhava gastava com a família, com ex-mulher, com uma besteirada".

Aos 84 anos, ele se diz satisfeito com a vida e que nem de longe pensa em se aposentar das novelas e da atuação.

A vida passa e o plano aumenta
A vida passa e o plano aumenta  


Para ele, aposentadoria está fora de cogitação:

"Quando se tem trabalho é muito bom. Aposentadoria deve ser uma coisa que atordoa, um vazio horroroso. Eu vejo as pessoas jogando dominó na praça e fico um pouco penalizado porque prefiro estar na ativa. De preferência, quero finalizar a minha vida trabalhando."


SUS CORRE RISCO DE VIDA




Plínio Bortolotti lembrou, em seu blog, que um caminho de alento para o idoso médio brasileiro seria o Sistema Único de Saúde (o SUS), mas ele vem sendo boicotado nos últimos anos. Concebido na Constituição de 1988, que universalizou o serviço de saúde no país, o modelo tende a desaparecer caso não haja uma guinada política nos próximos meses.

O SUS, lembra Bortolotti, tem áreas de excelência, como o tratamento da HIV-Aids e da esclerose múltipla e vem se tornando referência para a hepatite C. O modelo é reconhecido mundialmente pelo tratamento de primeira linha oferecido para essas doenças. Os pacientes recebem gratuitamente medicamentos que não teriam nos planos privados. Além disso, o SUS também oferece gratuitamente uma lista de 869 medicamentos para doenças crônicas.

Mas o mesmo tratamento de ponta não acontece na área da oncologia, por exemplo, e outros procedimentos complexos. Há também a dificuldade em conseguir atendimento nos hospitais e ambulatórios; em marcar consulta com médicos especializados; longo de tempo de espera para cirurgias. Pode ser posto na conta também a má gestão administrativa e financeira.

Para o médico sanitarista Carlile Lavor, coordenador na Fiocruz no Ceará, há duas coisas que todo mundo sabe em Medicina: quando o tratamento é mais caro e quando é mais barato. Mais caro é na UTI e mais barato é na atenção primária, nos postos de saúde.

Ele diz que o Brasil optou pelo sistema mais caro, cuidando da pessoa depois que ela adquire uma doença grave, pois descuida-se da prevenção. Carlile foi criador, no Ceará, do programa Agentes de Saúde, depois adotado pelo governo federal com o título Programa da Saúde da Família.

Portanto, o SUS precisa de mais recursos e de boa administração para que, de fato, passe a atender a todos os brasileiros - ricos ou pobres - com o mesmo desempenho que mostra em algumas áreas específicas.

No entanto, a tendência do governo federal é empurrar as pessoas para os planos de saúde privados "populares" como foi a proposta enviado pelo Ministério da Saúde à Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS).

Na prática, tais planos e clínicas privadas "populares" já são uma realidade do mercado. As pessoas pobres são obrigadas a gastar o que não podem para ter um atendimento médico decente, que deveria, obrigatoriamente, ser oferecido pelo SUS.

A falta de investimentos, a má administração e a pressão feita pelo "mercado", pode levar a uma situação ainda pior, sucateando irremediavelmente SUS, essa proposta generosa da Constituição de 1988, de oferecer a todos brasileiro um dos bens mais preciosos de que ele pode dispor - a saúde.

 

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