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Quarta-feira, 05 de Abril de 2017

Assédio moral é comum no BBB 17

Da Redação

Cirurgião plástico
Cirurgião plástico

Na onda da punição ao assédio, que varre a TV Globo, a direção podia dar uma olhada com maior atenção àquela bobagem chamada BBB. O atual, na versão 17, mantém entre os participantes um médico, Marcos Harter, de 37 anos, que pratica como hobby o assédio moral. Uma internauta fez pontuais observações sobre este personagem em sua rede social. Não por acaso usou como título da sua postagem o título "O médico e o Monstro". E ela lembra que tempos atrás um outro médico já tinha passado pelo programa e deixado péssima impressão. O detalhe é que Marcos, o médico da nova versão, é cirurgião plástico.



O MÉDICO E O MONSTRO



"BBB revela alguns canalhas da classe médica brasileira. Há alguns anos, um "brother" médico disse a seguinte frase "quanto mais conheço as pessoas, mais eu gosto dos meus cachorros". Nem me lembro o nome do tal médico (não, não era veterinário). No atual BBB17, o tal de Marcos, médico gaúcho (vergonha), foi flagrado dizendo coisas absurdas, do tipo "Dani está com AIDS" e "Dani vai falar direto da Somália" (porque o tal de Dani está muito magro). Mas a pior de todas, para mim, foi a forma como se referiu à moça que tem uma perna só, uma paratleta chamada Marinalva: "Ela anda de muletas quando quer se fazer de coitada", criticando o fato de ela não passar as 24h do dia usando a prótese. Qualquer médico de PS sabe que aquele tipo de prótese não pode ser usada o tempo todo. E fica pior... acreditem. Ele esculpiu peças para jogar xadrez, e no cavalo mal feito, em que faltou uma pata, um "cavalo manco", ele botou o nome de Marinalva, a tal paratleta. Isso não é mais médico, já passou para a fase monstro. Dr. Jekyll e Mr. Hyde já habitam o mesmo corpo".


O crítico Daniel Castro também falou sobre o rompante de moralidade da Globo




A Globo foi muito esperta (e feliz) na reação à acusação de assédio sexual contra o ator José Mayer, um dos seus grandes galãs, eterno símbolo do macho viril de suas novelas. A emissora transformou um crime ocorrido em seus camarins, potencialmente prejudicial à sua imagem, em uma peça de marketing social.

Ao suspender Mayer de suas produções, estimular um movimento feminista em seus corredores e forçar o ator a admitir o erro, a Globo passou uma imagem de empresa moderna, sintonizada com seu tempo, e decretou o fim da era do teste de sofá (aquele em que o ator ou atriz tinha de fazer um favor sexual ao diretor para conseguir um trabalho).

A emissora, inicialmente, foi discreta diante da acusação, feita em fevereiro pela figurinista Susllem Meneguzzi Tonani, de que José Mayer teria passado a mão em sua genitália. Instaurou uma apuração interna e esperou o caso morrer. Mas a figurinista, encerrado seu contrato por obra com a novela A Lei do Amor, resolveu colocar a boca no trombone. Seu relato corajoso chocou milhares de mulheres, começando pelas que trabalham na própria Globo.

No último final de semana, a direção da emissora foi pressionada por funcionárias, muitas delas atrizes de renome. Esperta, a cúpula da Globo soube usar a energia do inconformismo a seu favor. Convictos de que Mayer abusara da figurinista, ergueram o código de conduta ética da emissora, peça que já condena todo tipo de assédio entre seus colaboradores.

Mais do que isso, os executivos estimularam uma manifestação (eles rejeitam o termo protesto) em curso nesta terça-feira. Funcionárias da emissora passaram a vestir (e a exibir nas redes sociais) uma camiseta com a frase "Mexeu com uma, mexeu com todas". No Vídeo Show, as atrizes Nathalia Dill, Débora Nascimento e Júlia Rabello exibiram suas roupas-cartazes e condenaram o assédio sexual.

Assim, a Globo transformou em notícia uma ação que ela própria apoiou, levando a manifestação muito além dos muros de seus estúdios no Rio de Janeiro. Deu visibilidade a um tema muito valioso nos dias de hoje e demonstrou que acredita em valores como o respeito, que faz questão de grafar, em seus documentos internos, com letra maiúscula. Ponto para a Globo."

 

Veja também:

>> Funcionárias da Globo usam camiseta para protestar contra assédio de José Mayer

>> Em nova carta, José Mayer admite que extrapolou

>> O poeta estudante da Penha que declama o direito de sobreviver à violência

>> Crivella propõe blindar escolas e é criticado pela velha mídia

>> Crítica & Literatura: A eternidade folhetinesca

 
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Assédio moral é comum no BBB 17
 

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