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Domingo, 23 de Agosto de 2015

Dono do Itaú sobre o impeachment: "Por corrupção, sem cabimento"

Da Redação

Banqueiro criticou políticos que só pensam em si e não no país
Banqueiro criticou políticos que só pensam em si e não no país
É mais uma voz de peso na conjuntura político-econômica brasileira que se levanta contra o golpe. Roberto Egydio Setubal, presidente do Itaú, declarou em entrevista à Folha de S. Paulo:

"Pelo contrário, o que a gente vê é que Dilma permitiu uma investigação total sobre o tema (corrupção). Não se pode tirar um presidente do cargo porque ele momentaneamente está impopular. É preciso respeitar as regras do jogo".

Aécio Neves e FHC não devem ter gostado nada de ver Setubal se juntar a outros empresários top e presidentes de federações industriais e comerciais que nas últimas semanas se posicionaram em defesa da legalidade e do respeito às urnas.

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O site 247 destaca, neste domingo, a entrevista que Roberto Egydio Setubal concedeu ao jornalista David Friedlander - mais abaixo, leia na íntegra. Alguns trechos vão diretamente contra o que tem pregado os golpistas tucanos, que não são muitos, mas ainda conseguem fazer um certo barulho para tentar desestabilizar o jogo democrático.

"Por corrupção, até aqui, não tem cabimento. Não há nenhum sinal de envolvimento dela com esquemas de corrupção. Pelo contrário, o que a gente vê é que Dilma permitiu uma investigação total sobre o tema [corrupção na Petrobras]. Era difícil imaginar no Brasil uma investigação com tanta independência. A Dilma tem crédito nisso", disse ele.

Sobre as chamadas "pedaladas fiscais", Setubal também se manifestou. "Isso é grave e pode merecer algum tipo de punição. Mas não me parece ser motivo para tirar a presidente. Até porque presidentes anteriores a ela passaram por situações semelhantes. Seria um artificialismo querer tirar a presidente neste momento. Criaria uma instabilidade ruim para nossa democracia", afirmou.

O banqueiro também criticou lideranças políticas que pensam em si e não no Brasil.

"O que está faltando é discutir o país. Há uma grande discussão sobre poder e pouca discussão sobre o país. Precisamos debater quais as reformas necessárias para que o país possa se recuperar. Só estou vendo muita discussão de poder pelo poder", declarou. Segundo ele, o ministro Joaquim Levy, da Fazenda, está no caminho certo. "Ele está fazendo as coisas certas, mas os efeitos positivos ainda não vieram. Vai muito além da capacidade de um ministro, sozinho, resolver os problemas do país. Ele precisa de apoio político tanto da presidente como do Congresso."

Com essa entrevista, Setubal se une ao coro de empresários que vêm defendendo respeito às urnas. Antes dele, já se posicionaram Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco, Rubens Ometto, da Cosan, e Robson Andrade, da Confederação Nacional da Indústria, além dos presidentes da Fiesp e da Firjan. "Não se pode tirar um presidente do cargo porque ele momentaneamente está impopular. É preciso respeitar as regras do jogo". Leia aqui a entrevista na íntegra.

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