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Verde - Rio Mais 20

 

Sábado, 24 de Novembro de 2018

Crivella encerra, com polícia, programa que gerava emprego na Rocinha

Projeto social que empregava e ajudava a cidade
Projeto social que empregava e ajudava a cidade

Por Fábio Lau

O prefeito do Rio recorreu à polícia para encerrar um serviço ambiental que gerava emprego, renda e ajudava a conter a emissão de poluentes sólidos na praia de São Conrado, na Zona Sul do Rio. Motivo? Vá saber! É possível que na análise de um burocrata que evoca o nome de Deus para encher o saco dos outros, e só nesta hora, haja lá uma ou outra razão. Mas a prática cristã da caridade e assistência aos mais pobres isso é coisa que não pousa na sua mesa. Então a gente pergunta:

O que leva o prefeito Crivella a desmontar a oficina de reciclagem de lixo que impediu que oitocentas toneladas de resíduos, só em 2018, fossem parar na praia de São Conrado? Só no primeiro semestre da implantação, em 2017, foram 650 toneladas. É pouco? Isso é muito em qualquer planeta e por isso mesmo deveria ser multiplicado pelo prefeito. Mas o que ele faz? Encerra.

Outra: o que levou o bispo a destruir tal projeto na maior favela do país quando se sabe que lá estavam empregadas 200 pessoas e acolhia ex-detentos dando a eles oportunidade de trabalho? Coisa que o mercado formal não faz?

Por que acabar com o que estimulava crianças a construir instrumentos musicais e equipamentos artísticos? Conhecimento que poderia, perfeitamente, mais à frente, gerar cultura e trabalho?

Por que, diante de um Rio que terá pela frente um governador que não subiu à Rocinha - "não preciso entrar para saber que é ruim" -, uma clara explicação preconceituosa, ele, o prefeito, que nada faz ou fez pela cidade vertical, promove o desmonte social?

Que prefeito é esse que se volta contra os mais pobres de uma comunidade tomada pelo crime?

Que tipo de religiosidade o domina - já que para ele, o futuro governador e presidente este tema é tão relevante -?

O detalhe mais grave é que para fechar a unidade modelo, que deveria ser multiplicada, o prefeito chamou a polícia. Como se precisasse dela para destruir algo tão positivo e de interesse social. Crivella revela assim ser tão insensível e infeliz quanto outros tantos que por lá. Passaram. Para que serve a religiosidade do prefeito mesmo?

Quem quiser saber o tamanho do assassinato social promovido por Crivella clique no link. O carioca deve descruzar os braços e agir.

 

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