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Quinta-feira, 07 de Abril de 2016

Dia do Jornalista e a profissão onde quanto mais se pratica, menos aprende

Da Redação

Carro da Globo virou escada para repórter olhar pela janela
Carro da Globo virou escada para repórter olhar pela janela
Dia do Jornalista é assim! É o momento em que o jornalista faz reflexões e recapitula sua vida profissional para no final dizer - ou pensar: valeu a pena. E pena, no caso, é substantivo: é com ela que escreve-se e registra-se acontecimentos. Não à toa nossa padroeira é Nossa Senhora da Pena que fica observando o mundo lá do alto de uma montanha em Jacarepaguá, no Rio.

Em quase 30 anos de profissão aprendi que nada sei. E, aliás, tenho desaprendido a cada tempo. A vida se deu em ciclos: migração do impresso para a TV foi o maior deles. De lá para o rádio e de lá para a Internet. Este traçado foi algo tão fantástico quanto desassimilador. Hoje, com 50 anos de idade, sei o quanto foi necessário aprender - e aprender muito - em cada uma dessas plataformas.

A síntese do jornalismo, por outro lado, me segue e guia nestes trabalhos diversificados - e que me orgulha e envaidece. A notícia, a matéria prima, é algo imprescindível, fundamental para fazer funcionar a máquina.

Se há arrependimento na escolha que fiz? Sim. Das reportagens não feitas ou publicadas por ordens de terceiros. E foram muitas. Sobre crimes, temas históricos, denúncias guardadas, engavetadas e escândalos omitidos. Muitos.

Hoje, tocando o próprio projeto, Conexão Jornalismo, lamento não contar com a estrutura que já usufruí em grandes empresas como o Grupo Globo (jornal e TV) ou em veículos menores. Por outro lado, Conexão Jornalismo, com a sua identidade cada vez mais sintonizada com seu mentor intelectual (este que vos fala é culpado de tudo, portanto) tem se tornado uma arma poderosa.

E é com ela que tenho aprendido a ser cada vez mais jornalista.

Fotografia, cinegrafia, textos, áudios, locução, roteiros, vídeos.... Hoje, cá neste espaço, faço tudo o quanto é possível fazer nesta profissão e ainda me assanho em outras atividades.

E conto, aqui, com a ajuda de outros tantos jornalistas que me socorrem, ou os socorro, quando a ajuda se faz necessária.

Comecei na profissão de jornalista no velho Ultima Hora em 86. Depois migrei para pequenos jornais de bairro até voltar para o mesmo Ultima Hora em 89. Um mês depois estava em O Dia. Dali fui para O Globo e em seguida para o Jornal do Brasil. Voltei para O Dia. Um ano depois, em 99, estava na TV Globo onde fiquei por dez anos. Da Globo a empresa que já possuía, a pré-Conexão, ganhou vida de verdade e se transformou em Conexão Jornalismo.

A média crescente de quase um milhão de internautas que me visitam a cada mês revela por si que tenho alguma vocação para esta atividade.

Levei 30 anos para viver meu melhor momento profissional. Para me colocar a prova e entender o quão importante é de fato ouvir e entender o que o público deseja e o que de fato é verdade no seu arsenal de pretensas verdades.

A democracia é a mola mestra da minha profissão. O respeito ao voto que vai do Condomínio onde habito à Presidência da República. Respeito o voto e por isso não fiz ou faria coro com colegas que quiseram o impeachment da presidenta do Sindicato. Respeito ao voto é uma regra da qual não arredo o pé.

Neste dia rendo homenagens aos milhares de jornalistas que passaram pela minha vida. Dos velhinhos que conheci no início da profissão e que há muito deixaram o planeta, aos meninos de hoje. Sobre os velhinhos, agora me sinto mais cúmplice deles. Mas a idade não me pesa. Nem um pouco.

E preservo lá do início da profissão o mesmo sonho: aprender finalmente a fazer jornalismo.

Fábio Lau

* Foto de Paulo Araújo: 1990 - Uma denúncia levou este repórter a um depósito de carros contrabandeados da Europa. O motorista do Globo reclamou por ter subido na viatura da emissora:

- Porra, logo no carro da Globo?
- É porque sou Brizola!

 

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