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Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2021

Vacinas já, exige a Associação Médica Brasileira

Vacinas de vários países: inércia exclusiva do Brasil
Vacinas de vários países: inércia exclusiva do Brasil


Os recordes de mortes se sucedem, por conta da covid-19, e também a inércia de autoridades públicas, médicas e até mesmo da opinião pública que parece anestesiada diante dos desmandos governamentais. A interrupção do ciclo de imunização por conta do fim das doses, compradas em quantidade ínfima diante da necessidade do país de 210 milhões de habitantes, deveriam ter provocado um tsunami de protestos. Mas não foi o que ocorreu. Diante do cenário, uma voz, da Associação Médica Brasileira, vem à público pedir respeito e vacinação. Trata-se do presidente da entidade, César Eduardo Fernandes. Eis o texto divulgado há dois dias e que precisa ser compartilhado.


A Associação Médica Brasileira (AMB) se solidariza mais uma vez com todos os cidadãos do país. Ultrapassamos os 10 milhões de casos de Covid-19 e estamos prestes a contabilizar 250 mil vidas irreparavelmente perdidas em virtude da pandemia. Expressamos os sentimentos de todos os nossos diretores e médicos, em especial aos familiares e aos amigos das vítimas.

Faz tempo, todos registramos consternação com o que ocorre no Brasil. É mais do que evidente que a tragédia já deveria ter sido encarada com mais responsabilidade.

Lamentavelmente, até hoje não temos um plano de vacinação consistente e, pior ainda, nem vacinas para todos os brasileiros. A pandemia é sim implacável, aqui e em todo o mundo. Porém, muitos países menores e mais pobres do que o Brasil foram (e seguem sendo) eficientes no combate à Covid-19 e na defesa da saúde de suas populações.

Milhões de brasileiros estão em risco. O fantasma do esgotamento do sistema médico-hospitalar é risco real.

Entre nós, os médicos, a Covid-19 se mostra mais implacável ainda: enquanto a relação de casos entre os 209 milhões de brasileiros é de 4,3%, a razão entre profissionais de Medicina da linha de frente é de 23,4%, segundo pesquisa divulgada há duas semanas pela Associação Médica Brasileira e Associação Paulista de Medicina (APM), depois de colher impressões de 3.885 médicos.

Aliás, na mesma pesquisa, os médicos foram questionados sobre como avaliam a resposta da população às orientações para o uso de máscara, isolamento, distanciamento etc., e 50,5% dizem que em nenhuma delas há adesão suficiente. Há várias leituras para esses índices. Entretanto, a relação mais direta se dá com o negacionismo sobre a gravidade da doença, a alta transmissibilidade viral, a propaganda de tratamentos sem comprovação científica e a disseminação de fake news. Entre estas, não se pode subdimensionar os enormes danos causados pelas criminosas noticias falsas que são veiculadas sobre a falta de segurança e de eficácia das vacinas contra a Covid-19.

Diante de tal cenário, a AMB externa o entendimento de que todas as medidas necessárias e possíveis para o enfrentamento da pandemia têm de ser colocadas em prática já.

Conclamamos a todos os secretários da saúde (municipais e estaduais) e ao Ministério da Saúde e se unirem para cumprir a missão que lhes cabe de guardiãs da qualidade de vida e do bem-estar dos brasileiros. Ideologias, preferências políticas, diferenças quaisquer outras não podem prevalecer, sob hipótese alguma em instante qualquer.

A prioridade , agora e mais do que nunca, deve ser a saúde dos brasileiros. Temos que vencer a epidemia. Só assim teremos um Brasil de volta ao seu curso normal que, esperamos, possa ser com mais saúde e prosperidade para todos"

César Eduardo Fernandes
presidente da Associação Médica Brasileira

 

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