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Saúde - Bem Estar

 

Quarta-feira, 15 de Março de 2017

Morto por suspeita de febre amarela procurou hospital três vezes

Da Redação

Mosquito: combate precisa ser urgente
Mosquito: combate precisa ser urgente
Watila Santos, 38 anos, que estava internado no Hospital Municipal Ângela Maria Simões Menezes desde a manhã de sexta-feira com os mesmos sintomas causados pela febre amarela, esteve outras duas vezes no hospital buscando socorro médico. Residente de uma área rural onde o número de mosquitos é considerado dos mais elevados, ele foi diagnosticado por um médico, da primeira vez, como portador de "sinusite". Isso porque apresentava falta de fôlego - uma característica da febre amarela.

Já na segunda vez, como os sintomas se agravaram, o médico disse que ele estava com uma "virose" e que não deveria se preocupar. Na terceira e derradeira vez, já em situação de risco de vida, Watila revelou alguns sintomas acumulados: o paciente deu entrada na unidade de saúde às 8h da última sexta-feira se queixando de dor de cabeça, taquicardia, falta de ar, febre e dor no corpo. Assim ele finalmente foi internado. O óbito foi registrado horas depois, já no sábado. Watila sofreu duas paradas cardíacas. Ele era morador da localidade rural de Córrego da Luz, região serrana do município.

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Em visita ao local onde residia o operário, os agentes municipais detectaram vários focos de mosquito. Mais grave ainda é que no terreno moram mais de 30 pessoas, todas parentes, algumas crianças, que convivem com os focos.

Os parentes afirmam que raramente aparece por ali algum profissional para orientar no combate da doença.


O exame que irá confirmar se Watila foi de fato infectado pela doença só será divulgado em 30 dias. Mas, ao contrário do que se poderia supor, a suspeita não levou a prefeitura ou mesmo o governo do Estado a promover uma vacinação em massa e criar uma unidade de combate aos focos no lugar. Na terça-feira (14), apenas aqueles que deixavam a rodoviária - cerca de 30 pessoas - foram imunizadas.

 

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