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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2020

Haiti ou Bélgica: onde é mais seguro viver em tempos de pandemia? Adivinha!

(foto divulgação OPAS) Agentes sanitários da OPAS se preparam para levar conhecimento aos haitianos sobre as formas de prevenção
(foto divulgação OPAS) Agentes sanitários da OPAS se preparam para levar conhecimento aos haitianos sobre as formas de prevenção


Por Fábio Lau

Haiti é um dos países mais pobres do mundo. A Bélgica, um dos mais ricos. O PIB per capta do país europeu é de 47 mil dólares. No Haiti, US$ 870.

Ambos tem 11 milhões de habitantes.


Mas aí o que chama a atenção é que o país desenvolvido é também um dos piores cenários da pandemia: 1.200 mortos por milhão de habitantes - 14 mil perderam a vida.

No Haiti? 20 mortos por milhão. Duzentas e trinta pessoas morreram em toda a pandemia.

O cenário, portanto, é menos grave no país onde 60% da população vivem abaixo da linha de pobreza em menos de $2.41 por dia. Na Bélgica, abaixo da linha da pobreza, são 15% da população - a maioria imigrantes da África e países árabes.

Por que isso ocorre? O primeiro ministro belga, Alexandre de Croo, demorou a reconhecer a gravidade da pandemia e a impor o fechamento do comércio, transporte e atividades comerciais.

No Haiti, ciente de que seu país está no rabo da fila das preocupações humanitárias do mundo, o povo cuidou de si e respeitou o toque de recolher intermitente: três vezes em sete dias da semana.

Parece que funcionou.

No Haiti, os muros funcionam como os aplicativos que no mundo desenvolvido orientam as pessoas a se protegerem do vírus. São murais feitos por cidadãos solidários que transmitem, no braço, a educação sanitária como meio básico de prevenção.

Na fotografia do alto, a que ilustra a reportagem, agentes sanitários da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) se preparam para mais um dia de visita domiciliar. É sabido que as unidades de saúde não contam com respiradores artificiais ou UTI dotadas de equipamentos de última geração.

O cidadão aprende, logo cedo, que precisa cuidar de si e dos seus.

Foto YVES HERMAN - População experimenta nova onda ainda mais forte
Foto YVES HERMAN - População experimenta nova onda ainda mais forte  


Diretora da entidade, Carissa F. Etienne, alertou porém que a situação no país caribenho pode mudar:

- A maioria dos haitianos não tem acesso a água potável e saneamento e muitos vivem em residências superlotadas, onde a quarentena e o isolamento são desafiadores. Além disso, existe um risco real de que o aumento da insegurança alimentar resulte em fome. Agitação civil, situação política difícil e segurança precária podem complicar ainda mais a situação - revelou.

 

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