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Saúde - Bem Estar

 

Terça-feira, 14 de Março de 2017

Febre amarela avança em todo o país e Ministério da Saúde silencia

Da Redação

A inoperância do Ministério da Saúde diante do surto de febre amarela especialmente na região sudeste do país é flagrante. O ministro Ricardo Barros, engenheiro civil por formação, só tem olhos para seu "alternativo" Plano de Saúde - que pretende instituir serviço intermediário, pago, aos cidadãos o que, na prática, vai reduzir o investimento no atendimento público. Seu programa de Saúde pretende arrancar mais dinheiro dos pobres para grupos privados - o que é a regra. Em qualquer país onde houvesse legitimidade no governo, e diante dos casos de febre amarela crescentes, já teria sido deflagrada campanha de vacinação em massa no país. A inércia, na prática, configura tentativa de homicídio. Nem mais, nem menos.



Até agora, metade do terceiro mês do ano, o número de mortes já ultrapassa 113 casos - mais de um óbito por dia. Entretanto outras 104 mortes ainda não foram analisadas - o que pode praticamente dobrar o número de casos. Só em Belo Horizonte os registros ultrapassam os cem. Mesmo assim, as ações de combate à doença são tímidas. No Rio, cercado por três estados onde já houve registros da doença e mortes, a Secretaria Estadual tem adquirido pequenas quantidades de doses como se não houvesse um surto crescente no país. Os postos receberam 40 mil doses diante de uma população de 6 milhões de pessoas - 70% das quais aptas a tomar a vacina - 4,6 milhões.

Enquanto isso, o ministro, em vez de ampliar a cobertura dos planos privados atuais, obrigá-los a atender a demanda e melhorar o atendimento, tenta introduzir um modelo que vai desobrigar o estado a investir no modelo público - uma cópia perversa do sistema americano.

O retrato da precariedade do atendimento público para o problema é de tal monta que pode ser compreendido por um caso recente no Rio. Watila Santos, 38 anos, morador da localidade do Córrego da Luz, em Casimiro de Abreu, morreu e os sintomas remetem à febre amarela. Ele não viajou para regiões de incidência o que pode tornar o caso ainda mais grave.

Entretanto, em vez de uma vacinação em massa na cidade, as autoridades discutem e torcem para que seja apenas "leptospirose" - doença provocada pela urina dos ratos. É ou não é o caos?



 

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