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Segunda-feira, 23 de Março de 2020

Entidade quer estratégia para impedir coronavírus nas favelas

Imagem reprodução de TV
Imagem reprodução de TV

O maior problema a se registrar no Brasil do coronavírus seria a disseminação da doença nas favelas. Entidade que se ocupa dos aspectos sócio-culturais das comunidades, a Central Única das Favelas (Cufa) pede para que se desenvolva uma estratégia destinada a minimizar eventuais danos. O risco maior é que haja uma disseminação com contágio em massa muito por conta da falta de infraestrutura de saneamento básico e da arquitetura das casas - em geral pequenas, com poucos cômodos e número excessivo de moradores.



Segundo a entidade, as iniciativas anunciadas até o momento pelo governo Bolsonaro não contemplam boa parte dos moradores de favelas. "Sabemos que são necessárias bem mais ações para alcançar um público que ficou de fora das medidas formais adotadas até aqui", afirma a Cufa. "Em particular os que se encontram economicamente fragilizados e habitantes em território de desigualdade."

O público em questão, segundo a entidade, é formado por 77 milhões de pessoas que estão no Cadastro Único (CadÚnico, utilizado pelo governo para programas sociais), incluindo 66 milhões de pessoas cuja renda é inferior a meio salário mínimo, 41 milhões que estão no Bolsa Família e 11 milhões cuja renda não alcança um salário mínimo.

Entre as medidas propostas estão a distribuição gratuita de água, sabão, álcool em gel e água sanitária; aluguel de quartos de hotéis ou pousadas para idosos e grupos vulneráveis; parcerias com locadoras de automóveis e serviços de transporte para locomoção imediata de pessoas infectadas; liberação de pontos de internet para a população; e criação de um programa de renda mínima para as famílias inscritas no Cadastro Único.

De acordo com a entidade, essas medidas, além de humanitárias, visam preservar o Sistema Único de Saúde (SUS) de um colapso, "frente ao contingente projetado de pessoas infectadas".

 

Veja também:

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