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Quarta-feira, 25 de Março de 2020

Documento sigiloso da Abin indica que podem morrer 5 mil brasileiros em 15 dias

Um documento sigiloso produzido pela Agencia Brasileira de Inteligência (Abin) revela que Jair Bolsonaro foi alertado há dois dias sobre a possibilidade concreta de que pelo menos 5 mil pessoas morram nos próximos dias em consequência do coronavírus. Apesar do alerta, o presidente segue minimizando o perigo da doença - conforme fez na noite desta terça-feira (24) em rede nacional. O relatório, que é divulgado periodicamente, traria na sua última versão a seguinte expectativa:

- 5.571 brasileiros deverão morrer por covid-19 até 6 de abril - ou seja, em duas semanas.



O alerta foi dado pelo site The Interept Brasil, do jornalista Glenn Greenwald. Nele, fica evidente que os alertas não tem comovido o presidente e sua equipe que seguem, em parte, defendendo o fim do confinamento: "(...) relatórios deixam ainda mais evidente o desprezo do presidente da República pela população: mesmo informado sobre quantas pessoas podem morrer, Bolsonaro segue fazendo pouco caso da emergência. Nesta terça à noite, ele desdenhou da ciência e da imprensa antes de pedir o fim de medidas de confinamento".

A Abin dá indicações de que medidas deveriam ser tomadas para tentar mitigar os efeitos danosos do coronavírus.

"Coréia do Sul, Irã e China conseguiram mudar a direção da reta, provavelmente depois da adoção de medidas de contenção", avalia a Abin.

No documento mais recente, finalizado às 22h10 desta segunda, 23. A agência é comandada pelo ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional - uma das vítimas do coronavírus após a viagem do presidente aos EUA, há alguns dias.

A China conseguiu diminuição na taxa de crescimento cerca de 10-15 dias depois da adoção de medidas de contenção, inclusive com lockout (fechamento da entrada e saída de pessoas) em municípios e cidades. A partir desse período o número de casos novos parou de crescer na mesma taxa e o número de casos ativos começou a reduzir em função da melhora dos pacientes mais antigos", relatam os agentes.

O documento também deixa claro que "a taxa de letalidade no Brasil ainda é baixa quando comparada a outros países e aos dados da Organização Mundial da Saúde - OMS", mas que "é importante considerar que o país se encontra no início da epidemia".

 

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