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Quarta-feira, 08 de Julho de 2020

Coveiros: uma morte silenciosa e que ninguém vê

Reprodução de vídeo com efeito do photoshop
Reprodução de vídeo com efeito do photoshop


Por Pedro Stropasolas

Os sistemas funerários das cidades brasileiras têm sido constantemente sobrecarregados pelo expressivo número de mortes em decorrência da covid-19. O caso mais emblemático ocorreu em Manaus, no Amazonas, onde a Prefeitura foi obrigada a abrir covas coletivas, chamadas de "trincheiras", para amenizar o estrangulamento do setor no município.



Na cidade com o maior número de mortes em decorrência do coronavírus no Brasil, o colapso não se repete, mas a sobrecarga dos trabalhadores do setor preocupa. Nos 22 cemitérios públicos de São Paulo (SP), o aumento na jornada de trabalho e no número de enterros marcam a rotina dos funcionários do Serviço Funerário Municipal.

Segundo dados da Prefeitura, somente em maio, o número de enterros subiu 69% em relação ao mesmo período de 2019 e atingiu mais de 9.8 mil sepultamentos. No maior cemitério da América Latina, o Vila Formosa - que fica na Zona Leste - uma alta de 84% em relação ao ano passado também foi registrada no mês de maio, quando foram realizados 1.891 sepultamentos.

Manoel Norberto Pereira é agente sepultador há 20 anos e hoje atua no cemitério da Cachoeirinha, Zona Norte da capital paulista. Ele acompanha o que acontece nos cemitérios públicos de São Paulo desde o início da pandemia e relata que o aumento de enterros não foi acompanhado de medidas de proteção efetivas aos trabalhadores do setor.

"Encontramos máscara de 2014, lá atrás em abril. Máscaras vencidas e os trabalhadores usando. Faltava uniforme, faltava bota, faltava o macacão. Com o passar do tempo, faltaram os testes para os servidores. E os servidores foram adoecendo, principalmente de um dos quatro polos de caixões de São Paulo, o da Vila Guilherme", afirma.

"Hoje conversando com uma funcionária, já foi testado mais 11 com covid. Ali já morreram 3. E nós temos ainda os sepultadores, que não fizeram os testes. Eles que pegam a urna, levam até a sepultura e baixam. Mesmo com os equipamentos, mas cadê o teste?", completa Pereira, um dos diretores do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep), que representa a categoria dos agentes funerários.

O Serviço Funerário Municipal, que já contou com mais de 2 mil funcionários públicos, tem atualmente 900 servidores. Deste total, segundo levantamento do sindicato, 34 estão com sintomas da doença e quatro já morreram pela covid-19 - dois destes trabalhadores apresentavam problemas de comorbidade.

Para ler a reportagem completa no site Brasil de Fato clique aqui

 

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