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Quinta-feira, 14 de Março de 2019

HBO faz de Bolsonaro deboche mundial - vídeo
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Sexta-feira, 15 de Março de 2019

Darín em dose dupla nos cinemas - vídeo

 
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Saúde - Bem Estar

 

Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2019

Profissionais que atuam em Brumadinho serão examinados durante 20 anos

O empenho cobrará um preço de profissionais
O empenho cobrará um preço de profissionais

Os profissionais e voluntários que se empenharam nas buscas por sobreviventes e mesmo corpos na lama que tomou conta de Brumadinho, após o rompimento de uma barreira no dia 25 de janeiro, terão que ser submetidos a exames por pelo menos 20 anos. Ao todo são pouco mais de mil profissionais alertados. O exame será monitorado pelo Ministério da Saúde e atenderá especialmente bombeiros, Força Nacional de Segurança, Defesa Civil, Ibama e outros.

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Domingo, 10 de Fevereiro de 2019

Bolsonaro quer a volta do eletrochoque para tratamento psiquiátrico

No filme
No filme "Um estranho no ninho", o personagem vivido por Jack Nicholson é submetido a eletrochoques no hospício / Foto: Reprodução

Abolido em todo o mundo por ser considerado desumano e inútil, o tratamento de choque em crise psiquiátricas pode voltar a ser uma realidade no país de Bolsonaro. Um governo alheio ao interesse social e crítico dos direitos individuais, a decisão pode revoltar, mas não espantar. Mas surpreende é que em um governo com tantos integrantes que dão sinais evidentes de confusão mental não tema medida tão desumana e radical. A reportagem é do Brasil de Fato.

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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2019

Profissional de redes sociais? Saiba o que deve fazer para evitar doenças

As doenças comuns a todos que vivem conectados diuturnamente
As doenças comuns a todos que vivem conectados diuturnamente

Você precisa estar conectado para trabalhar, certo? E isso te obriga a ficar horas diante do computador e, nos intervalos, ler mensagens, recados, tuítes e outras informações contidas nas novas mídias - que não são nem tão novas assim. Mas a questão é: se o sedentarismo é hoje quase uma obrigação, quais os riscos que te cercam? O que fazer para compensar e evitar doenças graves como obesidade, diabetes e outros males?

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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2019

Hanseníase ainda é motivo de preocupação no país

manchas na pele e baixa sensibilidade: sinal de preocupação
manchas na pele e baixa sensibilidade: sinal de preocupação

Uma doença curável cujo tratamento é gratuito em todo o mundo. Mas se não for tratada, a hanseníase passa a ser um problema não apenas para quem está infectado, mas para toda a rede social à sua volta. Afinal, a doença em alguns estágio pode ser contagiosa. Neste sábado (26), véspera do Dia Mundial de Combate e Prevenção da Hanseníase, um evento na Cinelândia vai falar sobre sintomas, tratamento, cura e principalmente os cuidados que se deve ter. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, em 2018 foram notificados 910 novos casos de hanseníase e estão em tratamento 1.334 pessoas.

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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2019

Um em cada três médicos inscritos no Programa não compareceu ao trabalho

Passado: médica cubana atende paciente em casa
Passado: médica cubana atende paciente em casa

Não é surpresa que os médicos brasileiros, a maioria oriunda de famílias de classe média alta ou alta, não têm vocação para a Saúde Popular e trabalhos em hospitais públicos, mas especialmente em clínicas ou unidades privadas. Por conta disso não chega a ser surpresa que um a cada três profissionais que se inscreveram no Programa Mais Médicos, que deveriam trabalhar em lugares distantes, periféricos ou nos rincões do país, abandonaram o trabalho antes mesmo do seu início.

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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2019

Rivotril mata mais do que cocaína e heroína, revela estudo

Via Psiconews

Popularizado inicialmente como uma droga legal capaz de estabilizar o humor, o Rivotril está no rol dos medicamentos psiquiátricos que, segundo estudos, matariam mais do que drogas ilícitas como cocaína e heroína. Clonazepam (rivotril) é um sedativo popular usado para tratar ansiedade e distúrbios do sono. Pertence a uma classe de drogas chamadas benzodiazepinas. Em uma série de estudos realizados em Vancouver, as benzodiazepinas têm sido associadas a taxas de mortalidade mais altas do que as drogas ilegais, como a heroína ou a cocaína.

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