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Reportagem Especial

 

Sexta-feira, 08 de Fevereiro de 2013

Maconha sintética: remédio ou veneno?

Por Gabriela Vasconcellos

Spice, maconha sintética.
Spice, maconha sintética.
Em plena época de carnaval, onde muitos jovens decidem experimentar drogas, ou usá-las de forma exagerada, o mundo tomou conhecimento do caso de Emily Bauer, uma britânica de 17 anos que ficou cega e paralítica após ingerir maconha sintética.



A maconha sintética, conhecida como "Spice" ou "K2", é uma mistura da erva convencional com produtos químicos. A droga é legalizada em alguns países por auxiliar no tratamento de doenças, como glaucoma e câncer. Segundo o Dr. Jorge Jaber, psiquiatra e especialista em drogas, o caso de Emily, apesar de não ser comum, serve para ficarmos atentos: o principal perigo na utilização de drogas - sejam elas remédios, legalizadas ou não - é a quantidade.



O Dr. Jorge Jaber explica que qualquer droga, incluindo os remédios, se ingeridos em grandes quantidades fazem mal ao nosso corpo. A diferença é que, no caso dos psicotrópicos - drogas que agem no sistema nervoso central, causando efeitos alucinógenos - os efeitos são no cérebro humano, e as consequências podem ser devastadoras.

No caso de Emily, após experimentar a droga, uma reação quase imediata levou a adolescente a ter um derrame cerebral. A jovem sofria de vasculite severa. A doença provoca o fechamento dos vasos sanguíneos impedindo a chegada de sangue e oxigênio ao cérebro, o que causou fortes dores de cabeça e desencadeou os derrames cerebrais. Emily teve graves sequelas e acabou perdendo os movimentos dos membros inferiores e superiores e ficando cega.

Para entender o caso de Emily, além de saber mais a respeito da maconha sintética, seus riscos e seu funcionamento no corpo humano, o Conexão conversou com o doutor Jorge Jaber, psiquiatra e especialista em drogas.

Ouça a entrevista completa:

Ouça aqui a entrevista com o psiquiatra especializado em dr. Jorge Jaber

 

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>> Conexão Jornalismo - dia 08/02/2013

 
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