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Reportagem Especial

 

Quinta-feira, 27 de Agosto de 2015

IDH é detalhe: conheça as 30 cidades com mais baixo índice de qualidade de vida do país - vídeo

Da Redação

Família típica de Belágua
Família típica de Belágua
Os indicadores são vários. A análise do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) proposto pela ONU analisa se há encanamento na cidade, sistema de esgoto, asfalto, iluminação pública, escolas e hospitais. Avalia ainda se a população é alfabetizada, a qualidade do emprego e a remuneração. As cidades do Norte e Nordeste do país, neste particular, estão no fim da fila da análise nacional que reflete a realidade de 5.536 municípios. Amazonas, Roraima, Maranhão, Alagoas e Bahia, entre outros, representam o caminho que o novo governo Dilma, e os respectivos governantes dos estados, devem buscar para fazer emergir um Brasil que poucos conhecem, e que a maioria infelizmente não quer mesmo saber onde é que fica. Saiba mais sobre a pior cidade do ranking nacional de IDH e veja um vídeo sobre outra que não fica muito atrás:

Escolas quase de fachada, casas erguidas em material precário e uma medicina que ainda é sustentada pelo curandeirismo ou ervas medicinais são parte da realidade da maioria dos municípios dessas regiões do país. Enquanto o Sudeste e o Sul apresentam cidades com indicadores próximos ou até similares aos de cidades europeias, este Brasil que ninguém quer conhecer permanece quase sempre estagnado.

Eis a lista:

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Vídeo apresenta uma cidade que só é bela no nome


Belágua, No Maranhão, está alguns pontos acima da cidade de Melgaço, no Pará, que é a última da fila. Mas o 0,512 de Belágua, na prática, não a torna uma espécie de grande centro se comparada à nota 0,418 da prima-irmã paraense. Ao contrário, as duas se aproximam. Um vídeo produzido na capital do Maranhão, de autoria de Maurício Miguel e Helena Bielinski, revela o quanto uma cidade que não é a mais pobre do país vive mergulhada no limite da miséria.



Um estado que desde janeiro está sob o comando do governador Flávio Dino (PCdoB), e que busca se levantar depois de 50 anos de controle político da família Sarney, tem muitos objetivos prioritários e explícitos. Além da investigação em curso sobre centenas de casos de corrupção, fraudes e superfaturamentos ocorridos nas gestões anteriores, o Maranhão tem quatro cidades que figuram entre as 30 de mais baixo IDH do país. E, é bom lembrar, Belágua não está entre elas. Ou seja, trabalho não falta.

Belágua ganhou destaque no mapa político do país por ter sido a cidade que deu o maior percentual de votos à presidenta Dilma Rousseff nas eleições de outubro: 94%. Que ela seja, quem sabe, a menina, ou uma das meninas dos olhos da gestão Flávio Dino.

Melgaço, a lantertinha do ranking

Com uma população de quase 25 mil habitantes, o município de Melgaço, no Arquipélago de Marajó, no Pará, tem o pior IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) do país, com 0,418, figurando na faixa de cidades com muito pouco desenvolvimento humano. A maior parte da população (77,82%) vive em área rural.

O açaí é não só a principal fonte de renda da população do município como também a base da alimentação dos moradores.

Último lugar no ranking nacional
Último lugar no ranking nacional  
O índice leva em conta dados dos censos demográficos do IBGE em três dimensões: educação, saúde (expectativa de vida) e renda. A escala varia de 0 a 1 (quanto mais próximo do 1, mais desenvolvido) e está dividida em cinco faixas (de muito baixo a muito alto desenvolvimento).

Embora esteja na rabeira do ranking nacional, Melgaço apresentou avanços nas últimas duas décadas. Em 1991, quando a cidade completou 30 anos de existência, o IDHM era de 0,177. A cidade teve um incremento no seu índice de 136,16% no período, acima da média de crescimento nacional (47,46%) e da média de crescimento do Estado do Pará (56,42%).

Muitas famílias subsistem da pesca, quase sempre rudimentar
Muitas famílias subsistem da pesca, quase sempre rudimentar  
A educação e a expectativa de vida foram os marcadores que mais puxaram o índice para cima ao longo dos anos. A expectativa de vida ao nascer era de 57,8 anos em 1991. Em 2010, subiu para 71,6 anos.

A mortalidade infantil, de crianças com menos de um ano, passou de 77,1 por mil nascidos vivos em 1999 para 22,4 por mil nascidos vivos em 2010. A taxa do Estado do Pará é de 20,3 por mil nascidos, e a do Brasil, 16,7 mil.

Desde muito pequenas crianças trabalham na exploração do açaí
Desde muito pequenas crianças trabalham na exploração do açaí  
Já em educação, quando se olha a população adulta de Melgaço, o percentual de pessoas com 18 anos ou mais que tinham o ensino fundamental completo saltou de 1,8% em 1991 para 12,34% em 2010.

O acesso à escola na cidade também melhorou consideravelmente entre a faixa mais jovem da população, mas, a exemplo do que ocorre no restante do país, manter os adolescentes nos bancos escolares se mostra um dos grandes gargalos da educação no município.

Palafitas ainda são comuns em Melgaço
Palafitas ainda são comuns em Melgaço  
Na esteira da universalização da educação básica, conforme aconteceu nacionalmente, o número de crianças de 5 e 6 anos matriculadas subiu de 7,63% para 58,68%.

Se antes apenas 1,88% dos estudantes de 11 a 13 anos de idade estavam nos anos finais do ensino fundamental, indicando uma grande defasagem da série em relação à idade adequada, em 2010, esse percentual alcançou 35,83%.

À medida que se avança nos ciclos escolares, as evoluções ficaram mais tímidas. Em 1991, somente 0,91% dos jovens de 15 a 17 anos tinham ensino fundamental completo; em 2010, eram 6,89%.

É fácil encontrar retratos do abandono e da pobreza
É fácil encontrar retratos do abandono e da pobreza  
Entre os jovens de 18 a 20 anos com ensino médio completo, eles representavam 0,64% em 1991, ante 5,63%, em 2010.

Renda foi o marcador que menos cresceu. Em 1991, a renda per capita era de R$ 110,92. Vinte anos depois, havia chegado em R$ 135,21.

Veja outras fotos:


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Veja o ranking do IDH por estados:

 

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