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Política - Rio

 

Terça-feira, 14 de Maio de 2019

União da esquerda, sim. Imposição de nomes, não.

Um vice pra chamar de seu, mas que contemple partidos e a população
Um vice pra chamar de seu, mas que contemple partidos e a população

A união das correntes e partidos de esquerda, comprometidos com a democracia e com a interrupção do crescimento da direita no país se faz urgente. E se no Rio o processo já começa a subir no palanque, conforme se viu na sexta-feira (10) na Cinelândia, surge uma excelente oportunidade para esta esquerda não repetir erros do passado e tentar impor nomes a militantes e ao eleitorado. Uma ampla discussão, primeiro dentro da própria legenda, e depois entre todos os militantes, se fará igualmente necessário para que o projeto seja assimilado por todos - e não apenas pelas lideranças partidárias.


Marcelo Freixo, pelo desempenho eleitoral que demonstrou nas duas últimas eleições, aparece como o nome mais forte para liderar uma chapa de esquerda. Sua derrota se deveu principalmente a pouca ou nenhuma penetração nas áreas mais pobres da cidade e que, coincidentemente, combinam com aquelas onde as milícias são uma realidade: zona oeste, Jacarepaguá e subúrbios da central.

Portanto, para quebrar este complexo processo que tem criminalizado a política, o nome do vice pode se revelar fundamental. Alguém que tenha penetração nestas áreas e consiga conversar com moradores das regiões quebrando assim a hegemonia do crime organizado. Uma tarefa difícil, mas não impossível.

Nomes, inclusive bons, não faltam. Mas antes de pensar em acomodar partidos e líderes, há de se pensar no eleitorado do Rio de Janeiro. Não há mais tempo ou margem para errar.

A cidade clama por uma mudança. As mazelas sociais saltam aos olhos e a criminalidade se alastra numa velocidade jamais vista. Reportagens recentes revelam que 2 milhões de pessoas (metade do eleitorado), que moram em 37 bairros e 165 favelas, vivem em áreas dominadas por milícias.

Não dá para errar.

*Desta composição deverão participar PT, PSOL, PCdoB, PDT, PSB, PCO e outras legendas. Elas deverão pelo menos ser chamadas para conversar. Ou não haverá legitimidade.

 

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