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Política - Rio

 

Quinta-feira, 05 de Março de 2020

Por que a esquerda hiberna quando outubro já está logo ali?

Tá na hora de acordar
Tá na hora de acordar
Por Fábio Lau

As eleições de outubro terão uma importância singular este ano. Ela pode sacramentar aquilo que os institutos de pesquisa não conseguiram aferir - e que parece um tanto evidente: a força demonstrada pela direita nas últimas eleições, aquelas que elegeram Bolsonaro presidente, além de Witzel, Dória e Zema no Rio, São Paulo e Minas Gerais, parece ter arrefecido.

Parece.

O fato é que, sendo ou não o retrato da realidade, as forças progressistas precisam romper a hibernação e partir para uma ofensiva especialmente nas grandes cidades. Não dá para assistir, novamente, a influência de pastores e milicianos no Rio de Janeiro e do conservadorismo político e religioso no resto do país - com raras e honrosas exceções.

O PT, maior expressão da esquerda do país, tem apenas dois vereadores na Câmara Municipal do Rio: Luciana Novaes e Reimont. O PSOL tem seis vereadores e o PDT outros dois. Nada mais. Os partidores conservadores e/ou de direita ocupam, portanto, 43 das 51 cadeiras. Não há justificativa para este vexame eleitoral. Tampouco é possível atribuir o resultado a um afeiçoamento do eleitorado a partidos de direita. O que falta, por óbvio, é proximidade entre os partidos progressistas e o eleitorado.

É fácil notar, a cada aleição, que as agremiações estão mais preocupadas em não perder do que em conquistar espaço. E assim, em vez de novas lideranças, mais afinadas com a renovação do eleitor, o que se busca é a preservação de velhos quadros. E assim os políticos vão se tornando mártires enquanto a direita se expande.

Nas últimas eleições para a Prefeitura, em 2016, o PCdoB, no Rio de Janeiro, ofereceu 20 nomes aos eleitores e não fez um só vereador. Houve um caso raro de candidato que não obteve um só voto. O mesmo fenômeno ocorreu com dois candidatos do PSOL e do PSB. A pergunta é: não teria sido prudente reduzir o número de candidatos entre dois nomes e trabalhar para elegê-los?

Mas será que reduzir a lista seria o suficiente? Quem são e quais as propostas destes candidatos? Qual a proximidade que têm com eleitores? Não deveriam, já, estar circulando por escolas, sindicatos, clubes e associações para se fazer conhecer e conquistar apoio? Por que o discurso da esquerda, hoje, parece não ir além do seu nicho de atuação? Mudamos ou desaprendemos a falar e principalmente ouvir?

Tá na hora de enfrentar e não apenas esperar cair do céu.
Os milicianos já estão prontos. E nós?



 

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