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Política - Rio

 

Sexta-feira, 14 de Setembro de 2018

Na CBN, Tarcísio anuncia que metade das secretarias ocupadas por mulheres

Print da página do G1
Print da página do G1

Em sabatina realizada na rádio CBN, o candidato do PSOL ao governo do Estado do Rio, Tarcísio Motta, revelou que caso seja eleito terá um secretariado paritário entre homens e mulheres. Outra declaração importante foi quanto a mudança no modelo de policiamento e combate ao tráfico. Ele quer reduzir o impacto das operações nas comunidades que em geral provocam mortes de inocentes. Além de Tarcísio foram entrevistados Dayse Oliveira (PSTU); Marcia Tiburi (PT); Wilson Witzel (PSC) e Indio da Costa (PSD).


O ânimo dos entrevistadores estava visivelmente voltado para desconstruir o candidato. Assuntos da esfera federal, na gestão Pezão e Cabral, foram usados para constranger o candidato.

Sobre impostos o candidato do PSOL, professor do Colégio Pedro II, afirmou que a política tributária já debatida pelo partido exclui a cobrança de novos impostos, mas torná-lo mais justo. ele citou como exemplo o caso de automóveis. O ICMS poderá ter alíquotas elevadas quando se tratar de artigos de luxo. Automóveis, por exemplo, pagariam maior imposto a partir de seu valor de mercado.

- Não estou me referindo de carro de quem trabalha com o automóvel - destacou.

Sobre a violência e homicídios, Tarcísio disse que a polícia militar deve estar restrita ao policiamento ostensivo - e não fazer parte dela quando ataca comunidades provocando mortes.

Ele pretende retomar a Casa da Mulher, um projeto extinto, como forma de proteger a mulher fluminense.

Ele se disse contrário ao ensino religioso e aumentar o salário dos professores. Ele é a favor do aborto por entendê-lo como ação de Saúde Pública. Também é a favor da legalização da maconha e espera que o debate chegue à Brasília.






 

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