• Ouça a Rádio
  • Galeria de Fotos
  • Vídeos
  • Facebook
  • Twitter
Conexão Jornalismo é o primeiro site do país a merecer o selo verde.
Planvale

Busca

 
Audiência na TV

Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

Sem capacete, Luciano Huck posta foto em moto e leva pito do Detran
Audiência na TV

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook

Conexão TV

Domingo, 10 de Dezembro de 2017

Morre aos 98 anos a atriz Eva Todor

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
VER +

Galeria de Fotos

 
 

 
 

Comunidade

home > colunas > política > rio

Política - Rio

 

Quinta-feira, 03 de Agosto de 2017

Lava-Jato agora busca grupo de Eduardo Paes

Da Redação

Paes com Alexandre Pinto (direita da foto)
Paes com Alexandre Pinto (direita da foto)

O prefeito do Rio é o foco de nova fase da Operação Lava-Jato no Rio que pôs em atividade a Rio 40 Graus, operação que consiste em prender acusados de se locupletarem com recursos públicos. Eduardo Paes, principal nome da administração municipal, disse não temer a investigação e que vai ficar "muito decepcionado" caso alguma irregularidade seja comprovada envolvendo seus colaboradores. O ex-secretário de Obras de Paes, Alexandre Pinto, foi preso nesta manhã de quinta-feira (3).



Foram emitidos 10 mandados de prisão pelo juiz Marcelo Bretas, responsável pela operação no Rio. Alexandre Pinto, segundo as investigações, cobrou propina em obras de legado da Copa do Mundo e da Olimpíada.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações indicam o pagamento de pelo menos R$ 35,5 milhões. A operação é um desdobramento das delações de executivos da Carioca Engenharia. Não há referências ao ex-prefeito.

As investigações apuram se o esquema atribuído ao ex-governador do Rio Sérgio Cabral se reproduziu em outras esferas de poder comandadas pelo PMDB no Estado. O ex-governador é acusado de cobrar 5% de propina nos grandes contratos do Estado.

Pinto, ex-secretário de Obras da gestão Eduardo Paes (PMDB) na Prefeitura do Rio, esteve à frente da pasta desde 2009, primeiro dos oito anos do peemedebista no comando do município, e já foi preso.

Funcionário de carreira da prefeitura desde 1987, Pinto foi o responsável pela licitação das grandes obras realizadas na cidade na esteira da Olimpíada -à exceção da revitalização da região portuária.

O ex-secretário foi citado em delação premiada de Luciana Salles Parentes, funcionária da Carioca Engenharia, segundo quem Pinto cobrou 1% de propina sobre um dos lotes da obra do Transcarioca executado pelo consórcio OAS/Carioca/Contern. Este contrato teve valor final de R$ 780,8 milhões.

Outros alvos são servidores da pasta responsáveis pela fiscalização do contrato. De acordo com delatores da Carioca, os engenheiros Eduardo Fagundes, Ricardo Falcão e Alzamir Araújo cobraram 3% do valor do contrato. O pagamento, por vezes, ocorria dentro do próprio canteiro de obras.

A Transcarioca foi inaugurada em 2014, como um dos legados da Copa do Mundo no Rio. Ela liga o aeroporto internacional Antônio Carlos Jobim (Galeão) até a Barra. No total, ela custou R$ 1,6 bilhão -o outro lote foi executado pela Andrade Gutierrez.

A delação da Carioca afirma ainda que o mesmo ocorreu nas obras de recuperação ambiental da bacia de Jacarepaguá, uma das intervenções consideradas legado da Olimpíada que consumiu R$ 369,2 milhões.

Em depoimento, Parente afirmou que "o pagamento de vantagens indevidas a representantes do governo do Estado do Rio e do município do Rio era prática usual e comum no mercado".

Há ainda pessoas ligadas ao Ministério da Cidades sob suspeita. De acordo com os delatores, Laudo Dalla Ziani, o genro do ex-deputado Pedro Correa (PP), cobrou propina pela liberação de recursos do Ministério das Cidades para a obra. Segundo o relato, a propina de cerca de R$ 6,4 milhões foi repassada por meio de um escritório de advocacia.

OUTRO LADO



O ex-prefeito Eduardo Paes afirmou, em nota, que "a política não teve qualquer relação com sua nomeação para a função de secretário de Obras"."Alexandre Pinto é um servidor de carreira da Prefeitura do Rio. Caso confirmadas as acusações, será uma grande decepção o resultado dessa investigação", disse o peemedebista.

A reportagem não conseguiu contatos com os advogados dos presos.

Com informações da Folhapress.

 

Veja também:

>> McDonald's é atacado no Rio após negar lanches ao tráfico

>> Quem perde e quem ganha com o resultado da votação na Câmara

>> Lula Marques clicou: deputado tatuado pediu nude durante votação

>> Ale, apresentador da ESPN, deixa emissora após polêmica racial

>> Dessa não sabia: atores do filme da Lava-Jato ficaram mal na fita

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
  •  
  •  
  •  comentário(s)
  •  
 
Lava-Jato agora busca grupo de Eduardo Paes
 

Copyright 2017 - WebRadio Programa Conexão - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por Go2web

Está no seu momento de descanso né? Entao clique aqui!