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Política - Rio

 

Quarta-feira, 21 de Junho de 2017

Crivella: críticas excessivas para um início de gestão

Por Fábio Lau

Tenho dúvidas se a gestão de Crivella é tão ruim quanto leio por aí ou se ela está mais exposta que outras tantas. Cabral, o canalha mór, deixou o governo intocado pela mídia. Raras vezes vi ou li críticas contra ele. Tanto que fez o sucessor. Era protegido e tratado como um político em ascensão. Esculachou o quanto quis jornalistas que se propunham a fazer jornalismo. Paes, que pegou uma maré favorável por conta do derrame de recursos (e sabemos no que isso foi dar), da mesma forma. Paes foi cuidadoso e deixou um legado importante. É inegável. Mas sua gestão se restringiu a maquiagem.


Pouco se tem a falar sobre obras estruturais. Crivella comete erros pontuais. A questão do filho é uma delas. Não enfrentar empresas de ônibus (como insinuou e recuou), não cobrar IPTU de quem não paga, sua vinculação inegável e evidente aos princípios da religião... Mas não é, até agora e pelo menos até aqui, exemplo de mau gestor. E nota-se que trabalha com um HMI* no cangote. Tudo é será amplificado na sua gestão. O eleitorado, o cidadão, já deveria estar vacinado. Vimos o que fizeram com Brizola (culpado até pelo piolho da criança no colégio), e Moreira (protegido tanto quanto foi Cabral).

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Brizola, por duas vezes eleito governador do Estado, com todas as resistências da mídia e do governo federal, conseguiu empregar uma marca à gestão: Educação. Imagina se tivesse tido ele a metade do apoio que outros tantos políticos tiveram? Basta dizer que Cabral, o protegido, hoje está na prisão.

Crivella é visto na política fluminense como alguém que pode ocupar espaços no campo da direita. Onde o que não falta é representação. A Globo o vê como um apêndice da Record. E por isso é tratado com um rigor jornalístico não empregado em outras gestões.


* HMI é um "holofote" usado na dramaturgia que faz a noite virar dia - ou quase isso.

 

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