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Política - Rio

 

Quinta-feira, 06 de Agosto de 2020

Comunistas apostam em candidaturas coletivas no Rio

Candidatura compartilhada: novidade nas eleições
Candidatura compartilhada: novidade nas eleições


Longe da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro desde 2012, o PCdoB agora aposta em duas candidaturas coletivas para retomar uma cadeira na casa. A campanha DELAS é uma candidatura coletiva feminista formada por quatro jovens: Barbara Melo, Natalia Trindade, Madu Paim e Mayra Andrade (foto). Já a MALÊS é a candidatura coletiva do movimento negro constituída por quatro ativistas: Edson Santana, Domingas Mulenza, Gláucio Maciel e Babi Cardoso.


Embora não existam no ordenamento jurídico, as candidaturas coletivas representam uma inovação institucional recente no cenário brasileiro. Por exigência da lei, cada candidatura coletiva pode registrar oficialmente apenas um nome na Justiça Eleitoral, mas no dia a dia da campanha e do mandato, todos os co-candidatos participam igualmente de forma democrática, horizontal e participativa.

"Uma co-candidata não é uma apoiadora apenas, que vai montar comícios domiciliares ou panfletar. Ela é parte integrante da cara e cabeça da candidatura: participa inteiramente do processo de construção da candidatura, e caso eleitas, partilham das decisões do mandato", explica a advogada e co-candidata Natalia Trindade.

Em comum, quase todos os ativistas que compõem essas candidaturas parecem ter passado anteriormente pelo movimento estudantil. Na campanha DELAS, por exemplo, Barbara Melo já foi presidente da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES), Natalia Trindade foi diretora da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e Madu Paim atua no Centro Acadêmico de direito da UFRJ. Entre os MALÊS, Edson Santana foi diretor da União Nacional dos Estudantes (UNE), enquanto Babi Cardoso e Domingas Mulenza foram diretoras da União Estadual dos Estudantes (UEE-RJ). Domingas é ainda a presidente da União dos Estudantes Angolanos no Rio de Janeiro (UEBRA-RJ).

Um dos responsáveis pelas candidaturas coletivas na direção do PCdoB no Rio, o cientista político Theófilo Rodrigues explica que essas candidaturas aproximam o partido da sociedade civil. "Em 2016, as candidaturas coletivas foram criadas num movimento contra os partidos. Agora, em 2020, o PCdoB ressignificou as candidaturas coletivas e as transformou em instrumentos para o fortalecimento do partido", diz o professor.

Outro ponto em comum nessas candidaturas coletivas é a valorização da defesa dos direitos humanos e das minorias. "Ao contrário do que pregam certos 'negacionistas de esquerda', essas candidaturas coletivas compreendem bem que as desigualdades não são derivadas apenas das opressões econômicas de classe, mas também das assimetrias de gênero e raça", sustenta Theófilo Rodrigues.

Essa agenda é reafirmada no discurso de Edson Santana. "Infelizmente vivemos no Rio de Janeiro uma guerra aos pobres e um genocídio da população negra", denuncia o co-candidato MALÊ.

Além do Rio, o PCdoB também organiza candidaturas coletivas em capitais como São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre, e em outras importantes cidades como Santos, Passo Fundo e Ouro Preto.

 

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