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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018

As nove frases marcantes de Anthony Bourdain

Bourdain: a alegria de viver e a revelação da depressão
Bourdain: a alegria de viver e a revelação da depressão
O jornal El País retomou hoje a história triste que abalou muita gente na semana passada. A morte, por suicídio, do chef e e apresentador de programas de TV, Anthony Bourdain. O caso ganhou comoção internacional e talvez surpreendesse ao próprio artista que tinha como essência o desapego a tal da celebrização. E talvez fosse este a razão de tanto charme. Neste apanhado, o jornalão espanhol captura nove falas do chef que revelam, na essência, seu modo de ser e o olhar que emprestava ao mundo através da TV.

Anthony Bourdain foi encontrado morto aos 61 anos em Estrasburgo, na França. As primeiras hipóteses apontaram para suicídio. Bourdain, sem papas na língua, era um dos chefs mais populares dos EUA. A autobiografia Cozinha Confidencial (2000) fez dele um dos cozinheiros mais midiáticos do mundo, graças às verdades que destilou sobre seu ofício. "A gastronomia é a ciência do sofrimento. Os cozinheiros profissionais pertencem a uma sociedade de antigos rituais cujos princípios derivam do estoicismo frente à humilhação, as injúrias, a fadiga e a ameaça da doença", escreveria na The New Yorker. Se a cozinha fosse um palco de rock, ele estaria no olimpo dos maiores e mais carismáticos.

Leia aqui:


"Seu corpo não é um templo, é um parque de atrações. Aproveite a viagem."




"A vida sem caldo de vitela, gordura de porco, salsichas ou um bom queijo fedido é uma vida que não vale a pena viver."




"No campo 'Razões pelas quais deixou o seu último trabalho'




Nunca escreva a verdadeira, a não ser que tenha sido por dinheiro ou ambição."



"Suponha o pior de todo mundo. Mas não deixe que seu olhar envenenado afete o seu trabalho. Escorregue. Ignore. Surpreenda-se com o que você vir, suspeite e divirta-se. O simples fato de alguém com quem você trabalha ser um miserável, imbecil traiçoeiro, egoísta, caprichoso e babaca corrupto não deveria impedir que você se divirta na sua companhia, trabalhando com ele, ou que o ache engraçado."

"Se tivesse que defender alguma coisa, seria o movimento. Até onde você puder, o tanto que você puder. Até o outro lado do oceano, ou simplesmente o outro lado do rio. Colocar-se na pele de outra pessoa ou pelo menos comer sua comida. É uma vantagem para todos."




"À medida que você avança nesta vida e neste mundo, você muda ligeiramente as coisas, deixa marcas, por pequenas que sejam. E, em troca, a vida e as viagens deixam marcas em você. Na maioria das vezes, essas marcas, no seu corpo ou no seu coração, são bonitas. Mas frequentemente elas doem." Na foto, com Arzak. Publicou-a no seu Instagram e escreveu: "Meu 'pai', meu amigo, meu protetor, meu guia no País Basco desde o início. A lenda: Arzak".




"A maneira como você faz um omelete diz muito sobre o seu caráter."




"Sem experimentação, sem a vontade de fazer perguntas e experimentar coisas novas, certamente nos tornaremos estáticos, repetitivos e moribundos." Bourdain superou uma forte dependência em heroína que manteve nos anos 80, e narrou isso em suas memórias. Ele sempre considerou que tinha tido uma vida afortunada. "Deveria ter morrido aos 20 anos. O sucesso chegou aos 40. Virei pai aos 50. Sinto que roubei um carro, um carro lindo, e continuo olhando as luzes intermitentes pelo retrovisor."

"Fui um cara que sexualizou a comida na televisão. Que usou uma linguagem vulgar (.). Que fez merdas ofensivas. Um cara num mundo de caras que celebrou o sistema. Estava muito orgulhoso de ter sobrevivido a esse sistema antiquado, francamente falocêntrico e muito opressivo." Desde que conheceu Asia Argento (sua atual mulher e uma das atrizes que acusaram o produtor Harry Weinstein de abuso sexual), Bourdain se tornou um autêntico açoite do machismo e um aliado do #MeToo. O chef refletiu sobre sua própria conduta em um celebrado artigo na Slate. "Conheço mulheres com histórias como estas há anos, e nunca me disseram nada. Onde foi que eu errei? De que maneira me apresentei perante elas para que não lhes tivesse dado confiança, ou por que não fui o tipo de pessoa a quem veriam como um aliado nestes casos? Comecei a reparar nisso."




Do El País

 

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