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Terça-feira, 21 de Novembro de 2017

Funcionários do SBT cancelam festa de fim de ano por conta das demissões

 
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Política - Rio

 

Domingo, 19 de Novembro de 2017

MP quer anular votação na Alerj que libertou Picciani e mais dois

Da Redação

Picciani, Mello e Albertassi: liberdade pelo voto
Picciani, Mello e Albertassi: liberdade pelo voto

Em nota divulgada neste domingo, o Ministério Público revelou que irá tentar anular a votação que garantiu a libertação dos três deputados presos na semana passada, por decisão unânime do TRF2, e postos em liberdade por decisão da Alerj. A Subprocurador-Geral de Justiça de Assuntos Cíveis e Institucionais, com o apoio do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção entrou com um mandado de segurança solicitando a anulação por conta do impedimento de que populares pudessem acompanhar a votação do plenário.

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Sábado, 18 de Novembro de 2017

PSOL expulsa deputado que votou pela libertação dos três do PMDB

Da Redação

Manifestantes pediram manutenção da prisão
Manifestantes pediram manutenção da prisão

Egresso do PDT de Brizola, o ex-oficial da PM Paulo Ramos, há tempos abrigado no PSOL, despediu-se do partido na tarde de sexta-feira (17) após afirmar que votaria com a sua consciência e não com hipocrisia. E, atendendo a tais princípios, ajudou a revogar a decisão judicial que, de maneira unânime, decidiu pelas prisões dos deputados estaduais Jorge Picciani, Paulo Mello e Edson Albetassy, do PMDB do Rio. Seu voto, um entre os 39 que garantiram a libertação dos homens acusados de corrupção em esquemas envolvendo a Fetranspor, lhe custou a legenda. Em decisão rápida, a direção do PSOL decidiu expulsá-lo. Já o deputado do PT, André Ceciliano, que também votou em favor dos três, permanece na legenda.

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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2017

Picciani, Mello e Albertassi se entregam à polícia e vão para a prisão

Da Redação

Picciani: o sêmem de touro e a política
Picciani: o sêmem de touro e a política

O PMDB Fluminense, de origem chaguista, conservador e corrupto, sofreu um abalo nas últimas horas. Três dos seus expoentes foram finalmente condenados e levados à prisão - mesmo que por pouco tempo. Os deputados estaduais Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi se entregaram à Polícia Federal (PF) na tarde desta quinta-feira (16). Eles tiveram ordem de prisão preventiva expedida pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), indiciados na Operação Cadeia Velha. Segundo as investigações, este grupo do PMDB recebeu R$ 260 milhões em propinas para conceder aos empresários de ônibus R$ 138 bilhões em incentivos.

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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2017

Quem sabe as prisões levam ao fim definitivo do Chaguismo?

Da Redação

As prisões dos três deputados estaduais do Rio (Picciani, Alertassi e Paulo Mello) podem e devem ser revertidas. Afinal, a julgar os deputados estaduais envolvidos em esquemas de corrupção bilionários, estão seus pares que também de beneficiaram da picaretagem. Mas há no ar um clima de velório de algo que já deveria ter sido sepultado há muito tempo: o Chaguismo. A praga da política carioca, assistencialista, corrupta e perversa especialmente contra os mais pobres, resiste apesar das décadas e das intervenções trabalhistas interpostas por Brizola.

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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2017

39 deputados da Alerj decidem soltar Picciani, Mello e Albetassi

Da Redação

Não deu zebra. O esperado aconteceu. A maioria dos parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio decidiu votar contra a decisão de prisão dos deputados Jorge Picciani, Paulo Mello e Edson Albertassi, todos do PMDB, acusados de promover esquemas que favoreceram grandes empresas de ônibus que atuam no estado causando prejuízo bilionário ao erário. Ao submeter a decisão de desembargadores ao plenário da Alerj se seguiu a um roteiro desenhado pela presidente do STF, Cármen Lúcia, que assim entendeu ao abdicar da decisão da corte em caso semelhante envolvendo o senador Aécio Neves.

Por 39 votos a 19, os deputados, a maioria do PMDB e base aliada, decidiu votar contra a decisão de prisão. Entre os que votaram a favor da manutenção da prisão as bancadas do PSOL, PT e PCdoB.

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Quinta-feira, 16 de Novembro de 2017

Delator diz que Paes e Pezão atuaram no esquema de caixa dois

Da Redação

O publicitário e marqueteiro Renato Pereira, que é hoje delator do esquema de corrupção envolvendo integrantes do PMDB do Rio em obras que antecederam a Copa do Mundo e as Olimpíadas, envolveu diretamente o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, o atual governador, Luiz Fernando Pezão, e o ex-governador Sérgio Cabral, atualmente preso, nos esquemas de corrupção. Segundo Pereira, os três atuavam para direcionar licitação para empresas que estavam no esquema da distribuição de propinas. A notícia foi publicada pelo site Uol.

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