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Política - Internacional

 

Domingo, 12 de Março de 2017

Tutto Bolivariano: Senado da Itália aprova Bolsa Família


Rejeitado pela classe média brasileira que o via como estímulo à preguiça e pobreza, o programa Bolsa Família foi assentar na Itália. Esta semana o Senado daquele país aprovou projeto do governo de implantar o modelo que no Brasil tirou mais de 20 milhões de famílias brasileiras da pobreza e foi considerado pela ONU e pela Organização Mundial de Saúde como responsável direto pela recuperação econômica e social do Brasil durante a gestão do PT.

O programa prevê a concessão do benefício que vai variar de 400 a 480 euros mensais a famílias de baixa renda. O texto foi aprovado com 138 votos a favor, 71 contrários e 21 abstenções e já tinha recebido o aval da Câmara dos Deputados em julho do ano passado.

"Foi aprovada a lei da #pobreza. É mais um passo para ajudar as famílias em dificuldades. O compromisso social é uma prioridade para o governo", comemorou o primeiro ­ministro da Itália, Paolo Gentiloni, em um post no Twitter.

De acordo com o ministro do Trabalho da Itália, Giuliano Poletti, foram destinados 2 bilhões de euros (sendo 1,6 bilhão de euro dos cofres italianos e o restante de recursos europeus) para o projeto em 2017, e a mesma quantia para 2018 - aproximadamente R$ 6,2 bilhões.

"Hoje é um dia importante, pois o país nunca teve um instrumento como esse", disse Poletti, informando que cerca de 400 mil famílias poderão ser beneficiadas pela bolsa assistencialista.

Embora significativo, este número não atende a totalidade daqueles que estão incluídos no universo de pobres do país. A quantidade de pessoas na "pobreza absoluta" subiu para 4,6 milhões no ano passado, ou 7,6% da população -- contra 6,8% em 2014--, o índice mais alto desde que os registros atuais começaram, em 2005, relatou o Instituto Nacional de Estatística italiano (Istat) - uma espécie de IBGE local.

Para receber o benefício, os italianos terão que cumprir uma série de requisitos, como comprovação de baixa renda e ser uma família com ao menos um filho menor de idade.

O índice de desemprego na Itália chegou no ano passado a 12% da população ativa - aproximadamente 7 milhões de pessoas. O salário mínimo na Itália, atualmente, está na faixa de 1.200 euros (R4 3,8 mil).

 

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