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Política - Internacional

 

Sexta-feira, 10 de Agosto de 2018

No país de Macri pobreza pode chegar a 33% da população

Foto - O Destape

A pobreza está em alta porque o custo da cesta vem subindo
A pobreza está em alta porque o custo da cesta vem subindo

O país de Macri não é nem de perto o prometido. E se frustra quem acreditou numa política de crescimento vendida durante a campanha, e que ainda ofuscou os ganhos do período do casal Nestor e Cristina Kirchner, a verdade é que a situação do país está muito ruim. De acordo com cálculos do Observatório da Dívida Social do país, órgão ligado à Universidade Católica da Argentina, a pobreza deve atingir 33% da população até o fim do ano: um Natal mais pobre e um ano novo com baixa expectativa de melhora.



O último relatório do Observatório da Dívida Sociais da Universidade Católica Argentina ( UCA ) indica que a taxa de pobreza seria de cerca de 33 por cento no fim de ano, após a forte desvalorização do peso.

"Se não houver reativação na economia, a indigência afetaria um em cada dez argentinos", destaca o estudo.

O diretor do Observatório da Dívida Social da UCA, Agustín Salvia, disse que a crise cambial vivida pelo país entre abril e junho iria resultar em um aumento de entre dois e três pontos no nível de pobreza, e a taxa estaria no terceiro trimestre do ano cerca de 33 por cento.

A mais recente medida de pobreza realizada pelo Observatório da Dívida Social da Argentina correspondeu ao terceiro trimestre de 2017 e atingiu 28,7% da população, disse Salvia durante um ciclo de conferência.

"Viemos de um ciclo de pobreza decrescente e o primeiro trimestre marca uma ruptura na tendência, que pode nos deixar na mesma situação que tivemos no início de 2017, mas é uma mudança de tendência; no segundo trimestre o problema começa a piorar, o que significa um ou dois pontos de pobreza, e espera-se que o terceiro trimestre seja o pior momento ", disse ele.

Em adição, Silva acrescentou que "a pobreza estrutural na Argentina , pelo menos nos últimos 10 anos, varia entre 5 por cento e 6 por cento, é de dois milhões de habitantes não cobrem a cesta básica."

No entanto, os resultados oficiais serão conhecidos no final de setembro, mas o governo está começando a reconhecer que os números serão piores do que nos balanços recentes devido à crise econômica pela qual a Argentina está passando.

Com informações da Telesur

 

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