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Política - Internacional

 

Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018

Mídia ignora brasileiros sob risco de deportação nos EUA

Por Fábio Lau


A expulsão de legais e ilegais, nascidos ou não no país, promovida por Trump é tratada pela mídia brasileira com o pudor do vira-lata. Entrevista personagens mexicanos, salvadorenhos, dominicanos, mas ignora brasileiros - como se não existissem ou, pior, como se não merecessem respeito. E saber que somos quase 600 mil no país e boa parte com Green Card. Não se enxergar no perseguido nacional é uma marca da nossa elite. Olha-se no espelho e e vê refletido o norueguês - povo que o racista republicano disse que desejaria ver invadir seu país.



Que merda*!

Para se dimensionar o tamanho do problema enfrentado por imigrantes, desde a posse de Trump 32 mil americanos sem antecedentes criminais foram deportados - um aumento de 177% se comparado ao último ano do governo Obama quando 16 mil foram mandados embora dos Estados Unidos.

Mas hoje, o mais grave, é que mesmo os nascidos no país, com emprego e sem envolvimento criminal, estão no alvo da polícia. E, para facilitar, não hesitam em transformar em crime qualquer ato que chegue ao conhecimento das autoridades.

Mas se a situação está ruim para quem está documentado, até com Green Card, para aquele que não possui documento é ainda pior. 110 mil nestas condições, dois Maracanãs lotados portanto, foram deportados.

Uma mexicana, entrevistada por um jornal brasileiro, lamentou que terá que deixar o país mesmo tendo um filho nascido no país e que lutou na guerra do Iraque: "meu filho é um herói e me tratam como criminosa".

Os trabalhos braçais, mal remunerados, ou em lojas 24 horas, serviços desprezados pelos americanos, eram a única garantia de sobrevivência dos imigrantes. Hoje estes estabelecimentos vivem sob constante vigilância.

Em pleno governo Lula chegou-se a discutir o fim da exigência de visto para que brasileiro entrasse naquele país. Vivíamos o pleno emprego e a economia americana precisava como nunca dos recursos que despejávamos lá. Com a crise brasileira, e a volta do estado dependente e de joelhos, não é de espantar que os brasileiros voltem a ser tratados com desprezo.

Mas como diria o insistente jornalista: "pelo menos tiramos a Dilma!"


* Sobre a expressão Merda publicada lá no alto: segundo a nossa mídia, foi dirigida apenas a africanos, haitianos...

 

Veja também:

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