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Terça-feira, 08 de Outubro de 2019

Fernández propõe "Fome Zero" aos argentinos às vésperas das eleições

Cristina Kirchner e Alberto Fernández: eleição pode ser no primeiro turno
Cristina Kirchner e Alberto Fernández: eleição pode ser no primeiro turno
Ás vésperas do primeiro turno das eleições da Argentina, o candidato da oposição ao governo liberal de Maurício Macri, Alberto Fernández, preparou um pacote que vai ao encontro da principal necessidade do povo vizinho que vê o crescimento da pobreza e do desemprego desde a ascensão do atual presidente ao poder: geração de emprego e distribuição de alimentos. Há alguns dias pesquisa mostrou que uma a cada duas crianças passavam fome no país.

O peronista de 60 figura como favorito na corrida eleitoral argentina. O pleito está marcado para o próximo dia 27 de outubro. O Plano, chamado Argentina Sem Fome, foi inspirado Fome Zero instituído por Lula e que retirou da miséria absoluta mais de 20 milhões de pessoas.

"Vivemos num país que diz ter potencial para alimentar 400 milhões de pessoas, mas que não pode resolver a fome de 15 milhões de pessoas pobres", disse Fernández durante o lançamento do programa.

De acordo com levantamento do Observatório de Dívida Social da Universidade Católica (UCA), 35,4% dos argentinos vivem na pobreza, sendo que 7,7% são indigentes. O país atravessa uma grave crise econômica e social resultante da política neoliberal de Maurício Macri.

No mês de setembro, o Congresso aprovou uma Plano de Emergência Alimentar para combater de imediato a fome na Argentina.

Duas pesquisas realizadas no final de semana apontaram que Fernández e Kirchner podem ganhar a eleição no primeiro turno. As consultoras Opinaia e Federico González & Asociados deram vitória, respectivamente, de 48% contra 30% de Maurício Macri, e de 50% contra 27,9%.

A derrota de Macri, que tem o apoio de Jair Bolsonaro, vai isolar ainda mais o presidente brasileiro no continente. Desgastado internamente e sem alianças externas, Bolsonaro periga terminar o ano com um índice de aprovação tão baixo quanto o do seu antecessor, Michel Temer. O sucessor de Dilma que esteve ao lado do golpe deixou o Planalto com 11% de aprovação. Bolsonaro, na última pesquisa, tinha 28%.

 

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