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Política - Internacional

 

Quinta-feira, 11 de Julho de 2019

Em depoimento no Senado, Glenn diz que Moro não sobreviveria em outro país - vídeo

Glenn e o senador Randolfe Rodrigues
Glenn e o senador Randolfe Rodrigues

O comportamento parcial e manipulador demonstrado por Sérgio Moro no curso da Lava-Jato denunciado pelos vazamentos de mensagens trocadas com promotores pelo aplicativo Telegram seria severamente punido em qualquer outro país do mundo. A revelação, em tom de crítica ao complacente aparelho Judiciário do país, foi feita nesta manhã pelo editor do site The Intercept, Glenn Greenwald, de nacionalidade americana.


Ele esteve em audiência no Senado para a qual foi convidado nesta quinta-feira (11). Para ele, nada do que teve accesso envolvendo a Moro revelam um mínimo de cuidado com a esperada isenção e imparcialidade: "Nada que eu li sobre Moro e o relacionamento com procuradores da Lava Jato... nada disso é normal em outros países, como Estados Unidos e Europa. Isso é impensável", disse.

O jornalista admite que Moro e seu fiel escudeiro, o procurador Deltan Dallagnol, "fizeram coisas boas", mas isso não significa que "tenham o direito de abusar do poder que eles tinham". "A imagem de Moro construída nos últimos cinco anos está caindo. As coisas injustas são muito fáceis de entender. É grave mesmo", disse, numa referência a uma pesquisa que indicou a perda de prestígio do hoje ministro da Justiça.

Sobre a veracidade dos vazamentos, Glenn frisou que "Moro sabe que o material é autêntico. Ele sabe que ele não pode negar. Usam insinuações de que o material não é autentico e os procuradores sabem que é autentico", complementou.

Snowden



Segundo o jornalista, o arquivo sobre as irregularidades da Lava Jato "é maior em tamanho do que os arquivos sobre Snowden".

Através do jornal britânico The Guardian, Greenwald revelou, em parceria com Edward Snowden, a existência dos programas secretos de vigilância global dos Estados Unidos, efetuados pela sua Agência de Segurnaça Global.

Greenwald disse que ainda não está sendo investigado pela PF. "Ninguém da PF me procurou. Não sei se estão investigando. Não tenho indício de que estão investigando, também não tenho medo. (Uma investigação seria) ameaça à democracia e à imprensa livre".

 

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