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Política - Internacional

 

Segunda-feira, 12 de Agosto de 2019

Efeito Bolsonaro: Macri experimenta rejeição forte e prenúncio de derrota

Foto do Wikipedia de Maurício Macri
Foto do Wikipedia de Maurício Macri
As eleições presidenciais da Argentina ocorrem em outubro. Mas as primárias ocorridas no fim de semana anteciparam aquilo que nenhum instituto de pesquisa ainda havia previsto: a rejeição ao governo de Maurício Macri é crescente e tudo indica que irá resultar em expressiva derrota eleitoral. A Bolsa de Valores do país amanheceu em baixa confirmando a lógica de quanto pior a situação da população maior é o otimismo do mercado. A possibilidade de entrada de um governo popular é visto com desconfiança pelo chamado "mercado".

O candidato peronista à presidência da Argentina, Alberto Fernández, visitou Lula já durante a campanha. E ao final do resultado declarou: "Acredito na inocência dele (Lula) e ele tem todo o direito de estar em liberdade e de se defender". Segundo ele, a condenação de Lula "é uma mácula ao estado de direito. Fico preocupado com o fato de que isso ocorra neste continente"

Embora não se admita publicamente, é sabido que o apoio manifesto à sua candidatura pelo presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, foi um dos fatores a ampliar a rejeição ao atual presidente. Se aqui Bolsonaro aparece em queda nas pesquisas, na Argentina, onde o apego à democracia e contra a ditadura militar é muito maior, a aproximação foi vista com entusiasmo - pela oposição, naturalmente.

O peronismo, representado pela Frente de Todos, de Alberto Fernández e Cristina Kirchner, fechou as prévias eleitorais com uma vantagem de 15% na disputa contra o Juntos pela Mudança, de Maurício Macri-Miguel Ángel Pichetto. Embora os números não sejam definitivos, eles são encarados no país como um legítimo termômetro do que pode acontecer nas eleições presidenciais de outubro.

Alberto Fernández foi chefe de gabinete de Néstor Kirchner. Cristina, viúva do ex-presidente e eleita duas vezes presidenta do país, cedeu a cabeça de chapa numa composição para não dividir o principal grupo de oposição.

Na província de Buenos Aires, a governadora María Eugenia Vidal, aliada de Macri, perdia do ex-ministro da Economia Axel Kicillof, aliado dos Kirchner, por 49% a 32%.

"Hoje a Argentina deu um veredito. Mudemos, mas mudemos para um caminho melhor", afirmou Cristina Kirchner quando se concretizou a vantagem de sua chapa, segundo o diário conservador El Clarín. Cerca de 75% dos eleitores compareceram.

Os outros candidatos que estavam a caminho de se classificar para as presidenciais de 27 de outubro são Roberto Lavagna e Juan Manuel Urtubey (Consenso Federal), com 8,39%; a Frente de Izquierda Unidad, 2,88% (Nicolás del Caño e Romina del Pla), a Frente Nos (Juan Goméz Centurión e Cynthia Hotton), com 2,64% e José Luis Espert (Despertar), 2,23%. As chapas precisam obter ao menos 1,5% dos votos para constar na cédula.

Bolsa



Em Nova York, os ADRs das empresas argentinas despencam em até 60%, com o papel dos bancos na liderança. Não há muitos registros de um acidente e em um único dia. Segundo o jornal Clarín, os títulos em dólar estão registrando quedas entre 15 e 20%, o que está causando uma forte escalada do risco-país que certamente terminará bem acima de 1.000 pontos. Na sexta-feira fechou em 860 pontos.

 

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