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Política - Internacional

 

Sábado, 12 de Agosto de 2017

China alerta Trump: "não admite guerra na região!"

Da Redação - Com agências

Guam - Ilha é o foco maior da tensão entre Coreia do Norte e EUA
Guam - Ilha é o foco maior da tensão entre Coreia do Norte e EUA
Por esta o mandatário americano não esperava. Bastou anunciar que trataria a Coréia do Norte a "fogo e fúria" para imediatamente ouvir uma reação chinesa que soou como advertência: "não admitimos guerra na nossa região e em caso de provocação iremos reagir". A reação chinesa, até então uma espectadora do conflito de elevado tom diplomático, assustou a comunidade internacional. Rússia também advertiu que não irá ficar indiferente a um eventual conflito enquanto a Alemanha aproveitou para pedir que se aja mais com a razão do que com a emoção.

Para a China o pior cenário que poderia ocorrer seria um ataque dos EUA à Coreia do Norte com a destituição do regime comunista de Kim Jong-woon. O motivo é econômico e geopolítico. Caso ocorresse, o país seria anexado naturalmente pela Coreia do Sul - a principal aliada dos Estados Unidos na região. Somado ainda ao Japão, o novo inimigo ganharia a força de uma ameaça constante na vizinhança da China.

Entretanto, para analistas, a China somente não reagiria a um eventual ataque americano ao país norte coreano caso fosse Pyongyang o primeiro a agredir. O líder comunista ameaça com frequencia lançar mísseis sobre Guam, a ilha onde os Estados Unidos mantém poderosa frota. Kim Jong-woom possui mísseis de médio/longo alcance Hwasong-12 capazes de atingir bases estratégicas dos Estados Unidos na ilha, incluindo a de Andersen".

China não vai admitir ataque americano
China não vai admitir ataque americano  


Razão maior do conflito entre EUA e Coreia do Norte, a base aérea de Andersen, situada no nordeste da ilha, mantém de prontidão bombardeiros B-1B com capacidade nuclear, que na terça-feira chegaram a ser enviados pelos Estados Unidos para a península coreana, de acordo com fontes militares sul-coreanas citadas pela agência de notícias da Coreia do Sul, a Yonhap.

 

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