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Política - Geral

 

Sexta-feira, 13 de Abril de 2018

Sonho do corrupto é ser investigado pela Justiça Eleitoral, diz Chico Alencar

Chico Alencar: corruptos adoram a Justiça Eleitoral
Chico Alencar: corruptos adoram a Justiça Eleitoral

Sem fé na Justiça Eleitoral e a capacidade de ter a faca amolada, o deputado federal Chico Alencar, reserva moral do parlamento brasileiro entre outros poucos, pouquíssimos representantes, criticou duramente a decisão da Justiça de transferir para a Justiça Federal o processo em que o ex-governador de São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin, surge como envolvido em esquema de recebimento de vantagens ilícitas. Para Chico, o sonho de todo corrupto no país é ser processado pela Justiça Federal. Isso, visto daqui ou de marte, significa o seguinte: que vergonha!

Deputado do Psol do Rio, Chico criticou a decisão que determina o envio do inquérito que apura uso da caixa 2 pelo atual presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin, para a Justiça Eleitoral de São Paulo.

"É o sonho dourado de todos os grandes corruptos ser investigado pela Justiça Eleitoral, que, em geral, dá em nada ou um multa pequenininha. E quase sempre preserva a candidatura. Enquanto isso, o Ministério Público pede prisão dos amiguinhos de Temer e Justiça decide que vão continuar soltos. Assim está demais", criticou o parlamentar em vídeo publicado no Twitter.

O Ministério Público pediu a prisão preventiva de pessoas próximas a Michel Temer: o advogado e ex-assessor da Presidência José Yunes, o ex-deputado e ex-assessor do presidente, Rodrigo Rocha Loures, e o coronel aposentado da Polícia Militar de São Paulo João Baptista Lima Filho. A 12ª vara federal do DF negou os pedidos de prisão. O MP também tinha pedido a prisão preventiva do ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ), do ex-ministro Geddel Vieira Lima e do ex-deputado Henrique Eduardo Alves (MDB-RN). A Justiça negou os pedidos.

De acordo com o Ministério Público Federal, um grupo de integrantes do MDB formou um núcleo político para cometer crimes contra empresas e órgãos públicos. A suposta organização criminosa ficou conhecida como "quadrilhão do MDB".

 

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