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Política - Geral

 

Quarta-feira, 05 de Dezembro de 2018

Pobreza extrema está de volta segundo o IBGE: 2 milhões a mais

A pobreza extrema não merece crédito. A foto sim: Sindicato dos Bancários de Jequié.
A pobreza extrema não merece crédito. A foto sim: Sindicato dos Bancários de Jequié.

Se nos governos Lula e Dilma a chamada miséria absoluta foi erradicada do país, ato reconhecido pela OMS e ONU, o Brasil no pós golpe experimenta processo inverso: desde o ano de 2016, quando Temer, a direita e a velha mídia, com a ajuda da Justiça, destronaram a democracia, o país mergulha no obscurantismo da fome e da miséria novamente. Segundo o IBGE, em um ano, ou seja, até o ano passado, o número de miseráveis aumentou em 2 milhões. E a situação, sabemos, só se agravou. O estudo foi divulgado nesta quarta-feira (5) pelo Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta quarta-feira (5) pela Síntese de Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a pesquisa, em 2016 havia no país 52,8 milhões de pessoas em situação de pobreza no país. Este contingente aumentou para 54,8 milhões em 2017, um crescimento de quase 4%, e representa 26,5% da população (em 2016, eram 25,7%).

Já a população na condição de pobreza extrema aumentou em 13%, saltando de 13,5 milhões para 15,3 milhões no mesmo período. Do total de 207 milhões de brasileiros, 7,4% estavam abaixo da linha de extrema pobreza em 2017. Em 2016, quando a população era estimada em cerca de 205,3 milhões, esse percentual era de 6,6%.

Segundo o IBGE, é considerada em situação de extrema pobreza quem dispõe de menos de US$ 1,90 por dia, o que equivale a aproximadamente R$ 140 por mês. Já a linha de pobreza é de rendimento inferior a US$ 5,5 por dia, o que corresponde a cerca de R$ 406 por mês. Essas linhas foram definidas pelo Banco Mundial para acompanhar a pobreza global.

Segundo o IBGE, o rendimento médio mensal domiciliar per capita (a soma das rendas de todos os moradores do domicílio, dividida pelo número de pessoas) obtidas no país foi de R$ 1.511 em 2017.

 

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