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Sábado, 17 de Abril de 2021

Jornalista teria sido vítima de racismo dentro da CNN

 
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Política - Geral

 

Quarta-feira, 07 de Abril de 2021

O Brasil que cruza os braços diante do genocídio crescente

O Brasil que não enxerga o Brasil
O Brasil que não enxerga o Brasil

Por volta das 10hs desta quarta-feira (7), Dia do Jornalista, a CNN ocupava sua versão brasileira com o leilão de 20 aeroportos. O tom era eufórico. Parecia que o apresentador iria recepcionar 500 milhões de doses de vacina para erradicar o mal no país. Mas não: a euforia era para acompanhar a venda de a-e-ro-por-tos. O jornal Valor Econômico carrega nas tintas que onze novos brasileiros estão na lista de bilionários da Forbes - mas observa: no ano da pandemia. O Globo, por outro lado, lamenta que, apesar do crescimento da fome, são 116 milhões de pessoas que não sabem o que e quando poderão comer, o número de doares tenham diminuído. Como se uma coisa e outra não estejam relacionadas.

O Brasil de Bolsonaro aprendeu a ser tolerante com suas desgraças. E não é o povo, o José Operário, o que assim pensa. Mas a intelectualidade crítica, ou representantes de instituições, silenciam diante do caos. Como pode o parlamento brasileiro silenciar diante de 340 mil mortos no país e 14 milhões de infectados? O que dirá este representante ao seu eleitor quando chegar o período eleitoral?

Os jornais (e neles incluímos sites, rádios e TVs), do oligopólio da mídia, aquele que se diz detentor exclusivo do saber jornalístico (o que é uma piada), transformou-se em um cidadão que faz muxoxos para lamentar contra os atos de Bolsonaro - e seus representantes e especialmente filhos.

O STF age, agora em tom mais severo, por conta dos ataques que sofreu do presidente e das ameaças daqueles que o cercam - e que disseram, publicamente, que alguns atos não seriam tolerados.

Mais de 4.200 mortos em um único dia. Vidas seguindo para o ralo, sem vacina, sem data prevista para retomar a vacina, e o Congresso aprova projeto onde os ricos poderão importar imunizante. E excluir, na prática, o acesso de pobres à vacina.

Renato Russo, nos anos 90, cantou "Que País É Este?". Infelizmente, três décadas depois, podemos responder que sabemos: um país excludente, preconceituoso, racista, homofóbico, armamentista, cultivador da pobreza e da ignorância.

Quem sabe o brasileiro muda e enterra este Brasil em 2022? Ou será enterrado por ele.

 

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