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Política - Geral

 

Terça-feira, 30 de Junho de 2020

Nem sentou na cadeira: novo ministro da Educação pede demissão após fraudes

Ministro pediu demissão antes de assumir
Ministro pediu demissão antes de assumir


O governo Bolsonaro é marcado por atropelos, inconsequências, irresponsabilidades e vexames de toda a ordem. Mas o repertório parece inesgotável. Tão logo conseguiu se livrar do ex-ministro da Educação, Abraham Waintraub, e empoderar Carlos Alberto Decotelli, já terá que buscar um novo nome na praça: o substituto pediu demissão após ser tornado público que falsificou o próprio currículo identificando doutorados que jamais fez.



Na tarde desta terça-feira, menos de 24 horas após confirmar que permaneceria no cargo, ele foi ao presidente Bolsonaro e entregou uma carta de demissão. O pedido foi aceito com rapidez - tal o novo desgaste ao qual o governo mais surreal do planeta experimentou no episódio.

Decotelli teve a nomeação publicada no Diário Oficial da União na última quinta-feira (25), mas não chegou a tomar posse, que estava marcada para esta terça-feira (30) e já havia sido adiada. As revelações de que Decotelli fraudou seu currículo, com doutorado (na Argentina) e pós-doutorados (na Alemanha) inexistentes foram o motivo do adiamento. ele também foi acusado de fazer plágio em sua dissertação de mestrado.

Nesta segunda-feira (29) foi revelado que Decotelli, não estudou por dois anos na Universidade de Wüppertal, na Alemanha, como divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) e segundo consta no Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A instituição alemã esclareceu ao portal O Globo que o ministro conduziu pesquisas na universidade por um período de três meses em 2016, mas sem concluir qualquer programa de pós-doutoramento.

Já o reitor da Universidade Nacional de Rosário, na Argentina, Franco Bartolacci, negou no Twitter nesta sexta-feira (26) que o novo ministro da Educação do Brasil, Carlos Alberto Decotelli da Silva, tenha doutorado na instituição.

 

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