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Política - Geral

 

Quarta-feira, 08 de Agosto de 2018

Médicos entram na vigília Lula Livre em Curitiba

Médicos pela Democracia - foto divulgação
Médicos pela Democracia - foto divulgação


Não vai ter quebra de plantão ou omissão de socorro. Cerca de 40 integrantes dos Médicos pela Democracia e da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares (RNMMP) estão vindo a Curitiba para prestar solidariedade ao ex-presidente Lula. O estadista é feito preso político na Superintendência da Polícia Federal há quatro meses.

Os profissionais vêm de Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Ceará, além do interior do Paraná. Eles participarão da Vigília Lula Livre nesta quarta-feira (7) em um debate sobre a saúde da população negra. Outro assunto a ser debatido é o desmonte do SUS pelo governo golpista.

A comitiva quer entregar uma carta a Lula e realizar uma visita de caráter humanitário ao ex-presidente.

O documento, dirigido também ao povo brasileiro, faz críticas ao projeto golpista, que vem promovendo ataques às políticas públicas e à democracia.

Confira abaixo a íntegra do documento:

Carta Aberta a Luiz Inácio Lula da Silva e à população brasileira

Nós, médicas e médicos participantes de movimentos e entidades que lutam em defesa da democracia e da saúde pública universal, gratuita, integral e de qualidade, em diversos estados da República Federativa do Brasil, iremos em comitiva à Curitiba, com o objetivo de realizar uma visita de caráter médico ao cidadão Luís Inácio Lula da Silva, além de nos somarmos à vigília por sua liberdade, no contexto de uma detenção arbitrária, sem provas e de clara motivação política, que se arrasta desde 7 de abril de 2018.

Primeiramente, a visita a Lula cumpre um caráter humanitário, uma vez que o encarceramento e isolamento o deixam exposto ao risco de diversas doenças físicas e, em especial, psíquicas, de graves repercussões médicas, risco este agravado pelas circunstâncias de sua prisão em flagrante desrespeito à Constituição Federal e de cerceamento ao direito de defesa amplo e irrestrito, com evidente propósito de impedir sua vida política e o seu contato com o povo brasileiro.

Compreendemos, portanto, ser Lula, em pleno século XXI, um preso político no Brasil. Por esse motivo, nossa visita tem também como objetivo a defesa das liberdades democráticas a um cidadão brasileiro, como parte de nossa luta pela democracia no Brasil, atingida violentamente pela destituição de uma presidenta legitimamente eleita, seguida da imposição de um projeto de governo antipopular e antidemocrático ao povo brasileiro.

Este projeto, não legitimado nas urnas, inclui a Emenda Constitucional 95, a PEC DA MORTE, aprovada logo após o golpe, por uma maioria parlamentar sem compromisso com a população brasileira. A EC 95 congela por 20 anos os investimentos sociais, impossibilitando o desenvolvimento de políticas públicas essenciais e inviabilizando a democracia.

Além da PEC DA MORTE, os partícipes do golpe jurídico-parlamentar-midiático dão sequência a um desmonte avassalador do Estado brasileiro, com impacto na soberania nacional e inaceitáveis retrocessos nas políticas de Saúde, Assistência Social e Previdência Social.

Na condição de profissionais da saúde, vemos com imensa preocupação o desmonte sistemático do Sistema Único de Saúde (SUS), maior política pública do país, que universaliza o acesso do povo brasileiro aos serviços de saúde.

Hoje, sob sucessivos ataques dos golpistas, o SUS padece pelo: 1) subfinanciamento orçamentário; 2) fragilização da política de Atenção Primária; 3) redução do Programa Mais Médicos; 4) retrocesso na atenção à saúde de pessoas com sofrimento mental, com retomada de comunidades terapêuticas e leitos psiquiátricos em detrimento dos CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) e demais serviços substitutivos; 5) privatização da saúde através de "planos populares" e sua exploração pelo capital estrangeiro.

Portanto, muitos motivos nos trazem nessa visita a LULA: nossa solidariedade a um cidadão injusta e ilegalmente detido há meses e nosso compromisso na defesa do Estado Democrático de Direito e do Estado de Bem-Estar Social para todas as brasileiras e brasileiros, o que necessariamente exige uma política de saúde universal, gratuita, integral e de qualidade.

Ousar lutar, ousar vencer!

Movimento de Médicos pela Democracia
Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares

Do Brasil de Fato

 

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