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Política - Geral

 

Segunda-feira, 21 de Março de 2016

Marlon Santos: Ciência e Tecnologia divulga relatório que desacredita a Fosfo - vídeo

Da Redação

Gilberto Chierice, um dos pesquisadores, e Marlon Santos
Gilberto Chierice, um dos pesquisadores, e Marlon Santos
Um dos primeiros parlamentares a defender a distribuição gratuita da Fosfoetanolamina Sintética no país, o deputado estadual Marlon Santos (PDT/RS) gravou vídeo onde critica nota oficial do Ministério da Ciência e Tecnologia que desacredita os resultados positivos alcançados pela substância nos últimos anos. Para o parlamentar, a nota tem o objetivo implícito de orientar senadores que irão se manifestar sobre a substância nos próximos dias. Aprovada na Câmara dos Deputados, o projeto que autoriza o uso da Fosfo para pacientes em estado terminal será votado no Senado e, se aprovado, segue para a sanção da presidenta Dilma.

Para Marlon Santos "há uma meia dúzia de gente medíocre" que tenta desacreditar um composto criado no Brasil e que tem baixo custo. O afastamento nos estudos dos pesquisadores da Fosfo, para o parlamentar, foi um indicativo da intenção premeditada do grupo do ministério que não quer legalizar o composto.

Curiosamente, os resultados práticos advindos do uso da Fosfo por pacientes, fartamente abordados em reportagens na mídia independente, não foram analisados pelo grupo. Por outro lado, estes dados são ignorados pela mídia corporativa.

Leia aqui:
Mais de 200 reportagens sobre a Fosfo publicadas em seis meses


Segundo Marlon Santos explicou de forma técnica, a escala do uso da fosfo pesquisada difere da substância originalmente desenvolvida pelos pesquisadores da USP de São Carlos. Com isso, o resultado final não foi o esperado por aqueles que já comprovaram, na prática, o uso da Fosfo e seus benefícios no tratamento do câncer.

Há um entendimento corrente de que grupos ligados a laboratórios ou interesses financeiros queiram boicotar a legalização da pílula devido ao baixo custo. Veja o vídeo.


Atenção! Urgente: Fosfoetanolamina, A nota técnica do Ministério de Ciências sobre a Fosfo! Estupidez! Atenção Senado!

Publicado por Marlon Santos em Domingo, 20 de março de 2016



A nota foi divulgada e que é contestada pelo deputado Marlon Santos foi divulgada pelo site Uol no dia 19 de março:

Os cinco primeiros relatórios das pesquisas financiadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para avaliar a segurança e eficácia da fosfoetanolamina indicam que a molécula não age contra o câncer. Além disso, nas análises, as "pílulas da USP", fabricadas por Salvador Claro Neto da USP (Universidade de São Paulo) São Carlos, possuem composição irregular, com um máximo de 32,2% de fosfoetanolamina. No total, o MCTI vai investir, em três anos, R$ 10 milhões nesses estudos.

Entre os vários sais que compunham as cápsulas analisadas, apenas a monoetanolamina apresentou alguma atividade citotóxica e antiproliferativa (ou seja, tóxica, que podem destruir as células cancerosas ou que evitasse que sua proliferação) sobre células humanas de carcinoma de pâncreas e melanoma in vitro estudadas. Mas mesmo assim, sua eficácia é menor do que a de quimioterápicos comuns. Essa pode ser a razão de a pílula apresentar uma mínima ação contra o câncer. Entretanto, a monoetanolamina já foi apontada como tóxica quando ingerida em grande escala em estudos anteriores.

"Estudo encomendado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia sobre a fosfoetanolamina em dois tipos de células tumorais e usando três métodos diferentes comprova que o composto não tem efeito nenhum, nem mesmo em concentrações milhares de vezes maiores do que as que seriam possíveis se usar clinicamente", disse a pesquisadora do Instituto de Química da USP, Alicia Kowaltowski.

A informação é relevante e deverá ser usada na análise do Senado sobre a aprovação de uso da cápsula. Na última quinta-feira (17), a Comissão de Assuntos Sociais da Casa aprovou o projeto de lei da Câmara dos Deputados que trata o assunto, mas destacou que ele só valeria enquanto não houvesse estudos para atestar sua segurança e eficácia. O projeto vai agora para votação no plenário do Senado.

Como foram os estudos
Foi mobilizado um grupo de pesquisadores para avaliar a segurança e eficácia da fosfoetanolamina produzida na USP São Carlos por meio de análise química, pré-clínica e clínica (fase I). Nesta primeira etapa foram testadas a composição da cápsula e a ação de seus componentes individualmente em amostras de células humanas de carcinoma de pâncreas e melanoma in vitro. Foram empregadas três diferentes metodologias para avaliar a possível ação antitumoral com cada uma das maiores substâncias encontradas: fosfoetanolamina, monoetanolamina e fosfobisetanolamina.

Além de identificarem que o composto não é puro (ou com 95% de fosfoetanolamina como diziam os pesquisadores) e que só um composto tem pequena ação contra as células do câncer, (mesmo quando usados em "superdosagem"), os estudos não apontaram nenhuma toxicidade das cápsulas.

A conclusão de um dos estudos destaca: "uma molécula não citotóxica ou citotóxica em altas concentrações pode apresentar, conforme evidenciam os trabalhos publicados com a fosfoetanolamina, potencial antitumoral in vivo, possivelmente por depender de rotas metabólicas para desencadear sua ação. Com isso, sugerimos que testes adicionais in vivo sejam realizados para verificação de atividade antineoplásica da fosfoetanolamina".

Os próximos passos são estudos com carcinoma de pulmão e células saudáveis, além de testes com camundongos.

Vale lembrar que os estudos publicados pelo grupo de São Carlos indicam que a fosfoetanolamina em altas concentrações apresentou redução na viabilidade celular (morte celular) para diferentes células tumorais humanas de leucemia linfoide, de leucemia mieloide, de câncer de mama, de carcinoma de pulmão e de melanoma.

Os primeiros estudos realizados para o MCTI para a caracterização e síntese da fosfoetanolamina foram realizados pelo Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (LASSBio/UFRJ) em parceria com o Laboratório de Química Orgânica Sintética do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas. Já os estudos pré-clínicos estão sendo realizados pelo Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos da Universidade Federal do Ceará (NPDM/UFC) e pelo Centro de Inovação de Ensaios Pré-Clínicos (CIEnP).

 

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