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Política - Geral

 

Sábado, 21 de Novembro de 2020

João Alberto Silveira de Freitas morreu no Carrefour. E João Victor do Habib's?

João Victor: espancado por pedir dinheiro para estancar a fome
João Victor: espancado por pedir dinheiro para estancar a fome

No dia seguinte ao assassinato de João Alberto Silveira de Freitas por seguranças do Carrefour, em Porto Alegre, a gente foi buscar um "que fim levou" sobre a história de João Victor, um menino de 13 anos morto em circunstâncias muito parecidas na periferia de São Paulo. O menino, daqueles moleques que tomam um caminho distante da escola e da vida familiar, acabou morto após ser espancado pelo gerente e um supervisor da lanchonete Habib's. Mas olha só o que encontramos: o delegado de polícia não indiciou ninguém. Atribuiu a morte ao próprio menino. Disse, em relatório que o fato de ser usuário de drogas contribuiu para um improvável enfarte - um menino de 13 anos ter um enfarte? E logo após ser espancado?



Assim narramos a história, meio que despretensiosamente, no Facebook:

Há três anos João Victor, 13 anos, foi espancado até a morte por funcionários do Habib's na Zona Norte de São Paulo. A polícia colheu depoimentos que apontavam que gerente e supervisor foram dois dos agressores. Mas algo estranho aconteceu: não indiciou ninguém.

João Victor pedia trocados entre clientes para comprar um salgado. Este foi o motivo do assassinato: fome.

O delegado disse que o que matou o menino não foram as agressões, mas um enfarte por conta do hipotético uso de drogas. Duas testemunhas relataram ter visto os funcionários socarem violenta e sucessivamente João Victor na nuca.

Se não houver pressão, se deixar na mão da polícia, a tendência é que saia um "acordo" que vai "favorecer" o responsável pelo inquérito e principalmente a empresa que não será obrigada a indenizar.

* não creio que tenha sido o caso. O delegado deve ter agido com afinco e dado tudo de si. Não deve ser desonesto.
Até porque é muito raro, né?

 

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