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Política - Geral

 

Quinta-feira, 09 de Agosto de 2018

Fake news não é coisa que dá em poste




Por Fábio Lau

Curioso que exatamente a empresa, ou grupo de comunicação, que ataca as notícias falsas, aquelas que ganharam o nome de "fake news", quando já mereceu o jargão "barriga" entre jornalistas, é que uma história, sem pé e nem cabeça, ganhou espaço em importante coluna de opinião e machucou gente que não devia.

Isso mostra, entre outras coisas, que o erro profissional não é algo que seja ou deva ser condenado como ato criminoso de maneira pré-concebida. Ele, assim como doença, não dá em poste.

Na noite de quarta-feira (8) um primo, diretor de cinema, me telefona para falar sobre o caso de um amigo, ator, que estava indignado e falando em processo judicial. Ele fora citado, nominalmente, como alguém que estaria vivendo miseravelmente nas ruas do Rio de Janeiro como mendigo.

Seu nome e fotografia saíram em uma coluna de jornal. Ao ler a nota, meu primo, preocupado, telefonou para a casa do ator que é filho de um dos maiores artistas da história da dramaturgia do país. E só então soube do equívoco. Disse que encontrou, na conversa, alguém indignado e revoltado: tal ator mora em casa própria, no Méier, ao lado da mulher e filhos.

Estava, naturalmente, possesso, com a falsa notícia e decidiu então reagir: telefonou e avisou aos jornalistas do erro. Que foi reparado tanto nas versões digital como impressa. Mas o estrago social estava feito.

Tudo isso para dizer que o chamado "fake news" pode ocorrer de forma voluntária (como se verificou recentemente em sites e blogs ligados a um grupo fascista) como involuntária - atingindo profissionais sérios e gabaritados. Ocorre que, neste caso, o constrangimento público do ator poderia ter sido evitado com um só telefonema.
Um princípio básico, checagem, foi ignorado. Por que?

Com a palavra queles que se arvoram auditores da verdade!

* NdaR - Sabe o que muitas vezes faz o jornalista errar? A certeza! A certeza é sua maior inimiga. O jornalista, por isso, precisa desconfiar sempre. O problema é quando precisa desconfiar de si.


 

Veja também:

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