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Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2018

Encerrado prazo para presentação, Programa Mais Médicos tem déficit de 3 mil

Consultório vazio e carência nas alturas
Consultório vazio e carência nas alturas

A saída de médicos cubanos do Programa Mais Médicos será um fardo para a sociedade brasileira e especialmente os mais pobres. Defenestrados pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, que pôs em dúvida a sua capacidade profissional, os profissionais cubanos deixaram o Brasil e também uma lacuna de milhares de médicos testados e aprovados pela população. Chamados a ocupar as vagas, cerca de 18 mil profissionais nascidos no país se inscreveram. Mas, ao descobrir que seriam deslocados para lugares distantes, remotos, onde sua presença se faz absolutamente necessária, uma parcela representativa do universo de 8 mil profissionais acabou desistindo. Oficialmente é anunciado que 3 mil dos profissionais selecionados não compareceram. Só no Rio Grande o Sul o déficit é de 500 médicos. Mas a situação é muito mais grave em cidades do norte e nordeste do país.


Na relação de copo cheio ou vazio, o governo prefere salientar que 55% das vagas foram preenchidas - ou seja: 45% - pouco mais de 3 mil profissionais, ainda não se dispuseram a atender uma demanda necessitada e carente do interior do país:

93% dos médicos brasileiros formados no interior do país, segundo dados do Ministério da Saúde, ao término do curso migram para os grandes centros - inflacionando o mercado e alimentando o déficit nas regiões mais carentes.

E, Brasília, segundo dados divulgados esta semana, a necessidade de ocupação chega a 200 profissionais.

Numa última convocação para o programa em 2017, das duas vagas necessárias seis mil médicos se inscreveram. Em menos de um ano 30% dos profissionais abandonaram seus postos.

- Para estar em um lugar ermo, precário mesmo, com muita gente doente, é necessário desprendimento. E isso o médico brasileiro, oriundo, em geral, da classe mais abastada, não terá - disse um velho profissional de Medicina ouvido por Conexão Jornalismo.

Mas há uma particularidade no país. O Brasil, onde a primeira faculdade de medicina só surgiu no século XX, na Bahia, jamais conseguiu formar médicos que atendessem sua população - mesmo com a concentração em área urbana. A carência é de 50% - historicamente. Ao problema soma-se o perfil elitista e a indiferença para com as necessidades dos mais carentes.

 

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