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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2021

Documentário sobre Adélio e a "fakeada" alcança mais de 300 mil visualizações em um dia - vídeo

Reprlodução de vídeo - Joaquim de Carvalho
Reprlodução de vídeo - Joaquim de Carvalho
Por Fábio Lau

São 340 mil visualizações em um único dia. Disponível no Youtube, "Bolsonaro e Adélio, Uma Fakeada no coração do Brasil" já é um fenômeno em termos de documentário no país. Produzido por Joaquim de Carvalho, via portal Brasil 247, a gente pode enquadrar o trabalho como uma obra prima. Sua execução foi possível a partir do levantamento de recursos de doação. Mas o resulto é que ele traz evidências de que a investigação oficial sobre o "atentado" que mudou o curso da história do país não foi devidamente investigado.



Imprensa, Polícia Federal, Ministério Público e os próprios eleitores compraram a versão oficial, quase roteirizada, de um atentado promovido por um ex-militante de esquerda. E deixaram de fora alguns pontos que poriam em dúvida a legitimidade do caso.

Adélio, ao contrário do que a imprensa tornou realidade, tantas foram as repetições, foi após rápida passagem na militância do PSOL, filiado ao PSD de Kassab. Isso foi absolutamente ignorado.

Mais: ele residiu próximo ao clube de tiro .38, em Florianópolis, lugar frequentado por Eduardo e Carlos Bolsonaro.

O pedreiro tinha na conta corrente o dobro em recursos do que teria recebido em uma ação trabalhista vencida um ano antes - mas o dinheiro encontrado em sua conta - 8 mil reais - foi justificado pela polícia como produto da ação.

E do que viveu Adélio por mais de um ano?

O pedreiro jamais foi um cidadão com convicções de esquerda, mas de direita. Um sobrinho diz que o tio era defensor da morte e justiçamento de criminosos e até mesmo da adoção de escolas pela Polícia Militar. Era, portanto, um típico eleitor bolsonarista.

O agora mantido em isolamento em uma prisão em Mato Grosso do Sul, ele é tutelado não por parentes - como previsto no Direito brasileiro, mas pelos quatro advogados que misteriosamente fizeram sua defesa. Desta maneira, não é aceito, por exemplo, recurso onde tenta o benefício da delação premiada.

Algumas pessoas que tiveram participação direta no caso, como a dona da pensão onde residiu Adélio e um segurança voluntário que ajudou a prendê-lo, morreram meses após o caso.

Os policiais que falharam e permitiram o "atentado" em vez de punidos foram promovidos e homenageados. Dois foram para a Abin e outros dois trabalham atualmente no exterior.

A dona do stand de tiro acompanhou Eduardo Bolsonaro em uma viagem à Virgínia, onde fizeram contato com Olavo de Carvalho.

O discurso "um atentado vence a eleição" foi várias vezes repetido durante a campanha. Steve Bannon e Bolsonaro falaram publicamente sobre isso.

A cicatriz da facada migrou na barriga do hoje presidente - ficava acima de três sinais naturais e agora habitam a parte anterior. Isso é comprovado em fotografia.

Joaquim de Carvalho, grande jornalista, fez, com a ajuda de poucos colaboradores, o que a imprensa brasileira não conseguiu fazer durante três anos preferindo acolher a versão oficial.

E no final de tudo a pergunta que norteia toda e qualquer investigação policial: a quem favoreceria este atentado mesmo?

* Se a um único senão no histórico trabalho de Joaquim de Carvalho é uma questão que poderia ter ajudado a fechar com chave de ouro o documentário: levar a tia de Adélio a buscar um encontro com o pedreiro na prisão. Conseguir autorização judicial talvez não fosse tão difícil assim.


Assista aqui ao documentário de Joaquim de Carvalho sobre o atentado que mudou o rumo da política do país:

 

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